sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

o comentário que merece um post.

Eu podia dizer muitas coisas... mas na realidade uma basta, essa que resume tudo, eu amo a lua*, a minha lua*...
nao namoramos, nao nos casamos, nao damos beijinhos na boca nem nada desses vidas, o que se segue, é que a nossa vida é linda, porque a lua é linda ;D
2011 vai unir-nos mais ainda, se for possivel...
e a vida vai sorrir-te tanto tanto que eu vou chorar, de alegria, por ti, ou seja, por nós! amor*


eu também te amo, meu Mart*

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Quando o dia correr mal, lembrem-se que há coisas bem piores.

só quem vive no norte é que houve disto!

A mão para a filha no meio da rua: tu bais lubar. ai bais, bais.


Épico.

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

2011, be kind.

2010 foi um ano estranho. Andei a tentar construir puzzles que tinham ficado por construir do ano anterior. Passei muitas noite e muitos dias com lágrimas nos olhos e, pior, no coração. Foi o ano em que tive obrigatoriamente de crescer, de virar a página vezes sem conta. Morri de amor uma quantidade de vezes e ressuscitei. Perdi muito mas voltei a ganhar e em maior quantidade. Foi o ano das bebedeiras, dos vícios, do waterfall, dos maus olhados, dos free hugs, dos baldes dos chás, do Porto, do aprender a viver com o que tinha, da dose dupla de Caminha, dos amigos, dos segredos, das descobertas, dos sitios novos em noites de Natal, dos gosto de ti, dos erros, das festas, das happy nights. Foi o ano em que aprendi que posso amar infinitamente pessoas mesmo que essas pessoas estejam com outras pessoas. Que o amor é muito mais do que isso, muito mais do que gostar dele(s).

Por isso, 2011 que aí vens, já sou uma pessoa crescida e peço-te que venhas com tudo de bom que tens para me dar. Não te peço carros, nem gajos, nem casas de férias mas peço-te que me tragas força e coragem para manter tudo (e todos) o que tenho hoje. Porque eu quero é ser feliz e acho um bocadinho impossível ser mais do que sou agora.

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Assim não custa nadinha.

A minha tarde de trabalho foi passada entre o facebook, o youtube a ouvir Coldplay, pães com Nutela e rissóis.

domingo, 26 de dezembro de 2010

Natal é quando e onde e com quem uma pessoa quer.

Estão a ver a noite de consoada em que há o bacalhau e as batatas cozidas, o bacalhau assado para os que não gostam do primeiro prato e mais umas receitas manhosas para quem não gosta nem de um nem de outro? Estão a ver o bolo-rei, os pães-de-ló, os mexidos, rabanas, aletria, bolos de chocolate, noz, amêndoa? Estão a imaginar os presentes, o entregar, o desembrulhar, o gostar ou não, o fazer a cara fofa para a foto, os beijinhos? É tudo muito bonito, não é? Estarmos todos à mesa, rodeados de pessoas que gostamos, que nos fazem rir. Mas esqueçam. O melhor Natal foi é passado na madrugada de 25 para 26. Acreditem, pessoas. Acreditem!

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Um Natal quentinho e cheio de amor.


Que a magia aconteça e caiam presentes gigantes do céu para todos.

Feliz Natal!

Quero aneis.

Só porque um dos meus preferidos caiu no esgoto do lavatório e eu estive uns bons dez minutos de suor e quase lágrimas a resgatá-lo. É um sinal, minha gente, e diz-me que não tarda muito algo muito mau irá acontecer com ele. Era um cor-de-rosinha, por favor.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

you and me.

Ás vezes olho para ti e não te reconheço. Ás vezes quero que sejas diferente, que durmas de noite, que as olheiras do tamanho do mundo desapareçam e que sejas mais bonita. Quero que lutes por aquilo que realmente queres, que não tenhas medo de te atirar de cabeça, que não tenhas medo de te magoares 10 vezes seguidas porque sabes que serás 11 vezes mais forte, que deixes de pensar tanto, que arrisques, que te ultrapasses, que sejas mais, muito mais. Ás vezes quero entrar em ti e dizer-te ao ouvido que tudo vai correr bem, que a vida, um dia, vai-te trazer tudo o que mereces que, acredita, é muito. Eu estou cá fora a (tentar) lutar. E espero que tu, aí dentro, me ajudes e nunca me deixes cair sozinha.


oh. oh. oh.

Pois parece que amanhã já é Natal e o que eu queria mesmo mesmo mesmo - tirando o gajo do Gossip ou um parecido, vá - era que houvesse daqueles packs d'A Vida é Bela em que oferecessem horas de sono. Um fim-de-semana todo a dormir é o que eu mais quero neste Natal. E era muito feliz, oh se era.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

timing.

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Right, i'm a kid #2 *

Oh Sara, és tão gira.**


Inês, 11 anos



*mas tenho bom gosto.
**a miúda quer ser como eu, um dia.
[bah, é um post à gaja convencida, sim senhora!]

Pessoas:

Temos 10 dias para tornar o nosso 2010 perfeito e inesquecível. Começamos agora?

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Resumo do weekend.

Buny. Nokas. Lila. Lua. Amor. Vícios. Segredos. Choques. Jantares. Melhor arroz de marisco de sempre. Melhor pôr-do-sol do mundo. Praia. Noite. Copos. Cafés. Fotos. Bernardos e Filipes. All night long. Música, música, música. Dança. Saudades. Sorrisos. Pedidos de casamento. Tudo o que te dou tu me dás a mim. Caminha. Vestidos. Cabelos. Malas e sapatos. Pessoas. Lanches. Pão e Nutella. Chá. Cusquices. Alcool. Amigos. Amigas. E amor. Sempre, sempre, sempre muito amor.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Caminha.

Vou matar saudades delas. Porque são mesmo muitas. E vamos festejar meios quartos de século - que diga-se, é o menos importante. E vamos ser felizes, como somos sempre. Mas um bocadinho mais. Estão a ver os amores incondicionais? Pronto, é isso.


Bom fim-de-semana a todos. E se forem felizes um décimo do que eu vou ser, já serão muito felizes.

olha para mim. faz-me existir.

Eu não espero nada de ninguém, muito menos de pessoas que mal conheço. Mas é diferente. Contigo é diferente. Olho para ti e não sei muito bem o que fazer. Não sei se chore, se rie, se te tiro da cabeça e deste bocadinho do coração que já ocupas ou se te deixo ficar. Vamos continuar nisto até sabermos como quebrar barreiras. Até sabermos quebrar estes muros invísiveis que nos separam e que continuamos a deixar que cresçam cada dia mais. Um dia vais ser tudo ou vamos reduzir este tudo a nada. Um dia. Agora, por agora, eu estou aqui e tu aí, longe, muito longe, cada vez mais longe. Vais ficando mas não passas disso, de um estranho que vai ficando.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Sê.

Se não puderes ser um pinheiro, no topo de uma colina,
Sê um arbusto no vale mas sê
O melhor arbusto à margem do regato.
Sê um ramo, se não puderes ser uma árvore.
Se não puderes ser um ramo, sê um pouco de relva
E dá alegria a algum caminho.

Se não puderes ser uma estrada,
Sê apenas uma senda,
Se não puderes ser o Sol, sê uma estrela.
Não é pelo tamanho que terás êxito ou fracasso...
Mas sê o melhor no que quer que sejas.


Pablo de Neruda.

...

Cheguei à conclusão que não posso estar sempre com as pessoas que quero quando quero. Que não posso ter toda a gente que eu gosto comigo, no mesmo espaço, ao mesmo tempo. Que não sou a mesma pessoa para este e para aquele. Que, às vezes, sou injusta. Que não posso gostar de toda a gente da mesma maneira, com a mesma intensidade. Que as coisas, as pessoas e os sentimentos mudam quase do dia para a noite. Que a vida, às vezes, muitas vezes, não é fácil.



Sou tão pouco gaja.

Tenho as minhas unhas numa lástima. Não as pinto vai fazer umas duas ou três semanas e, vai daí, roí-as todas. Todinhas. Nem uma ficou para amostra.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

não me mintas.

Ontem tive uma noite dificil. Acordei com um mau-humor que não é habitual em mim. A primeira coisa que pensei foi espero que ninguém me venha moer a cabeça que hoje sou bem senhora para mandar as pessoas para um certo sítio que eu cá sei. Tomei um comprimido para as dores de cabeça just in case porque na realidade ainda não me doía. Já passava da hora de almoço quando me mandaste mensagem para lanchar. Apeteceu-me muito dizer hoje não que não estou para aturar ninguém mas não quis ser mal educada e então lá aceitei. Não queria daqueles lanches demorados onde invariavelmente tu pedias um café, eu chá, tu torradas e eu tostas mistas. Mas foi. Eu devia estar numa espécie de transe patricinada pelo raio do comprimido porque estava a fazer tudo ao contrário do que queria quando acordei. Deves ser tu que me pões assim, calma e inexplicavelmente bem disposta. Olha, até te digo que poderíamos ter seguido para um jantar e mais tarde para uma ceia e depois para o que quisesses porque estava mesmo a ficar melhor mas tu decidiste levar-me a casa. Já era de noite e eu aceitei porque a lareira estava à minha espera e eu precisava de aquecer os pés que entretanto tinham ficado gelados. E lá fomos nós a cantar aos berros as músicas que passavam no rádio e a sorrir para as criancinhas que iam nos outros carros e ligaste o ar condicionado e eu já tinha os pés quentes.
E depois paraste à frente de minha casa e deste-me um beijo e disseste boa noite, meu amor. E eu quase morri à tua frente. Gelei outra vez. E posso-te dizer que não tive uma boa noite como tu me desejaste porque o meu coração andou a saltitar entre o quentinho das tuas palavras, do teu sorriso e a incerteza, a confusão, o medo de teres dito aquilo por dizer. Percebes? Chamaste-me amor e eu não sei o que isso quer dizer. 

Eu até precisava mesmo de um perfume mas agora que li isto vou pensar duas vezes!

Como é possível que o que se gasta na Europa em perfumes seja suficiente para garantir as necessidades básicas de ensino e saúde em todo o terceiro  mundo?! Não seria preferível os europeus cheirarem um bocadinho pior?

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Mi Buny ♥

Hoje não preciso de dizer grandes palavras. Ela é uma das melhores pessoas que eu conheço, além de ser linda de morrer. Foi com Ela que aprendi a beber [alcool, entenda-se], que passei um ano a transformar Clios em TT e que passei grande parte das melhores noites da minha vida. Ela é perfeita. Ninguém percebe mas Ela é muito perfeita. E um dia, quando decidirmos mesmo que os homens não são para nós e que vamos ser solteiras e boas raparigas, vamos viajar muito muito muito, conhecer o mundo e ser muito felizes.  

Parabéns.
E é isso que te desejo. Que sejas, cada dia, um bocadinho mais feliz.
Gosto tanto de ti.

domingo, 12 de dezembro de 2010

Muito verdade.


Minhas pessoas preferidas :')

sábado, 11 de dezembro de 2010

Sabem onde vi uma vestido fofinho?

Na Zara Kids. Preto. E o tamanho 9/10 anos serve-me.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Carta LX

Tomar a decisão de conseguir escrever-te uma carta é algo para mim particularmente difícil… e embora não saiba se a lerás ou não, Sinto necessidade de “explodir” e partilhar…
Não gosto da forma indiferente que hoje…me tratas….não compreendo o Off que fizeste, a forma para mim injusta que falas (ou quase nem isso), que ages (ou quase evitas) comigo…
Há fases na nossa vida em que existe a necessidade de descobrir novas pessoas, criar novas relações de amizade e convívio e isso faz bem, faz-nos crescer e aprender…eu tenho essa necessidade…tu, amigo, também a tens…
Igualmente importante, considero preservar as pessoas que amo!!! Amo muito os meus amigos, e sofro quando eles sofrem, pulo de alegria com as suas alegrias e sucessos e fico de rastos quando percebo que aquela pessoa que tu consideras Amigo para a vida de um momento para o outro já não fala da mesma forma e das mesmas coisas contigo, não confia em ti da mesma forma, evita conversas e sorrisos contigo e nunca percebeu a importância que tem para mim…. Só se apercebe de luas e estrelas que vão e vêm, que chegam de repente e dizem coisas bonitas… E eu sempre aqui à espera que um dia consiga ser só um bocadinho mais importante para ti…. Gosto de ti amigo, muito e tu sabes….. e tu?!.... Já não me lembro de te ouvir dizer um simples “gosto de ti” que é mesmo isso simples….mas sabe muito bem e consola muito ouvir… Gostava de um dia voltar a sentir-te em mim…


Por M. LipGloss

Meu. Tua.

Adoro pronomes possessivos.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Há sempre uma primeira vez para tudo.

Eu quero muito ter uma experiência paranormal. Não sei muito bem porquê, quero e pronto. Então no outro dia meti-me numa casa de banho e a luz começou a tremer, assim ao estilo filme de terror - acende, apaga, acende, apaga, acende, apaga, acende apaga. E pronto, considero a minha primeira experiência do outro mundo concluída com sucesso.




E escusam de vir dizer ah e tal de certeza que a lâmpada estava a acabar. Esqueçam, sim? Foi paranormal, foi paranormal, foi paranormal. Ponto.

Só uso o 34.

Eu, definitivamente,  não podia ganhar um Emmy. .

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Lábios vermelhos.

Digam de vossa justiça: ar de puta ou de gaja fashion?

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

where is the love?

Nos sorrisos e nos beijos. No regaton e no waka waka e em todas as músicas dos Irmãos Verdade. Nos cafés improvisados e nas noites combinadas há séculos. Nas saídas inesperadas. Nos elogios. Nas mensagens de telefone. Nos segredos. Nas músicas que falam de dentes e do Natal. Nos vícios. Nos sonhos comuns de t4´s e iates e festas de aniversário. Nos lanches. Nas pessoas. E em tudo, pessoas. Em tudo.

domingo, 5 de dezembro de 2010

Sobre os Ídolos.

O Martim acabou de cantar a minha música preferida de todos os tempos, na versão mais bonita de todos os tempos. Se eu já gostava do indivíduo, agora amo-o.

sábado, 4 de dezembro de 2010

Febre de sábado à noite!


Divirtam-se, por favor!

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

...

Ás vezes, devemos deixar o coração correr à nossa frente. E não tentar apanhá-lo.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

:')


Só porque uma das minhas frases preferidas é odeio casais felizes.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

da falta de homens no mundo ou de como sou muito boa a escrever posts cheios de private jokes ou de como adoooro certas e determinadas pessoas.

Não sei se já deram por isso mas o mundo tem muito mais mulheres que homens. Acontece que muitos destes (poucos) homens são gays. E depois ainda há aqueles gajos que, sendo gays, quase transformam todos os outros homens em gays, apenas, e só, com um olhar. Ou seja, eu saio toda descansadinha com essas pessoas e, pasmem-se, os gajos preferem olhar para Eles do que para mim.  Odeio. E, vai daí, chego à conclusão que o que já era pouco para mim, torna-se ainda menos. Portanto, pessoas, o meu futuro vai ser enroladinha nos cobertores à lareira, sozinha ou com um gato. Porque homens heterossexuais, diz a minha bola de cristal e o meu mundo, são uma raridade.





E escusam de vir para aqui dizer que isto é um post homofóbico porque vocês não sabem o que estão para aí a dizer e eu vou fazer orelhinhas de burro, ta? :) 

terça-feira, 30 de novembro de 2010

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

a moda, ao que parece, não acompanha os meus gostos.

Tudo o que eu queria era um vestidinho preto simples, simples, simples. Só.

domingo, 28 de novembro de 2010

e é basicamente isto.

Mais importante do que sabermos o que queremos, é sabermos o que não queremos.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Carta LIX

Sinto-me perdido. Estou perdido. Será que algum deixarei de o estar?
A minha vida é a perfeita confusão, cheia de duvidas e incertezas. O facto de não ter a certeza do que quero e de qual o caminho a seguir torna-se por vezes numa tortura. Sou completamente dependente das pessoas que me rodeiam, é através delas que preencho muitos dos espaços vazios que tenho dentro de mim. Espaços que não sei se algumas vez serão preenchidos.
Ter-te conhecido gerou em mim uma tempestade de emoções, por um lado és a pessoa que sempre quis conhecer e por outro a pessoa que sempre tive medo que aparecesse na minha vida. Só tenho pena do caminho que levou as nossas vivências. Mas a verdade é que nem sei qual o caminho que gostava que tomasse. Foste importante, és importante e de certa forma sempre serás.
Sonho estar contigo, partilhar contigo os mais variados momentos. Mas penso nas consequências que isso poderia ter acho que não te mereço, e pior nem tenho a certeza do que realmente sentes por mim. Isto não facilita em nada as minhas decisões, a certeza do caminho a seguir. Mas as certezas também nunca foram muitas, mas que és importante e especial disso não tenho qualquer dúvida.
Apareceste, fugiste e deixaste muita saudade. E a única certeza de que continuo perdido…


...por Anónimo.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

das famílias.

Hoje vi uma miúda praí com uns dois aninhos a colar completamente numa montra cheia de brinquedos e secretárias e mesas e móveis e bonecos e tudo da Hello Kitty. Juro que a criatura estava a ter um ataque nervoso qualquer e quase a chorar. Foi um momento mesmo lindo até que foi interrompido pela mãe, pela avó e pela bisavó: olha que cadeira linda para ela se assentar.

Posto isto: mães, avós, bisavós deste nosso Portugal, diz-se sentar, ta bem? É só para não estragarem momentos. Obrigados.

anseio o dia em que acordares por cima de todos os teus números raízes quadradas de somas subtraídas.

Sabes, meu amor, eu ainda espero por ti. Esperar é, sem dúvida, um verbo feminino. É típico das mulheres esperarem sem pressa, com o coração aberto ao mundo. Temos a capacidade de encher todo o coração com os amigos, os melhores amigos, as pessoas que apenas conhecemos, com as lágrimas que vamos deixando cair na espera, todas as desilusões, todos os sentimentos do mundo, e ainda temos espaço para o tal, o amor que pensamos ser maior, o mais arrebatador de todos. Podemos esperar meses, anos ou até uma vida mas temos sempre a esperança que alguém chegue e nos mostre que valeu a pena, que tudo valeu a pena. E eu vou sempre esperar por ti porque aprendi a esperar-te. Mesmo que os nossos caminhos não se cruzem, vou sempre ter saudades tuas, vou sempre morrer de amor por ti. Não acredites quando te disserem que já ninguém morre de amor porque eu estou aqui, pronta para isso. E, por agora, basta-me este presente para ser muito feliz. Mas no futuro, espero que percebas, vou precisar muito de ti para ser ainda mais. Vem. Sem pressa, mas, por favor, vem.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Right, i'm a kid #1

- Eu não consigo gostar de rapazes que tiram negativas.


Catarina, 7º ano

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Graças ao Senhor que nasci pequenina.

Hoje conheci a pessoa mais alta que já alguma vez tinha conhecido. Estou muito contente por conseguir chegar aos cotovelos da criatura - e tenho de me esticar um bocadinho! Mas a frase perfeita foi de uma miúda muito escandalizada: oh Lua, Ela deve ser a mulher mais alta do mundo. Right. Pelo menos do nosso mundo, é com toda a certeza.

Aos que valem a pena.

domingo, 21 de novembro de 2010

Conclusão a que se chega depois de olharmos ao espelho e vermos as nossas olheiras que mais parecem dois buracos negros.

Eu nunca, nunca, nunca, nunca, em todo o resto da minha vida, vou conseguir pôr os meus sonos em dia. Se as semanas matam-me, os fins-de-semana enterram-me.

sábado, 20 de novembro de 2010

...

E eu tenho medo. Medo de que perder ou ganhar, para ti, já seja igual.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

duas pedras.

Quase me deixam a morrer à fome um fim-de-semana inteiro - sim, eu admito, vou ser uma péssima dona de casa mas vou casar com um homem rico e acho que posso desviar um bocadinho de dinheiro para contratar uma empregada. O que me valeu foram as mistas feitas pelos amigos! Também podiam deixar de pensar que namoro com aquela pessoa. E mais, podiam parar de se referirem aos membros da familia dessa pessoa como meu sobrinho, minha cunhada, minha sogra. Juro que, se algum dia começar a namorar - by the way, Pai, Mãe, eu não namoro eu vou namorando - no mesmo segundo que eu estiver a dizer sim, estou a telefonar-vos. Só por causa das coisas. Ah, e por último, não acreditem em tudo o que vos dizem. Estou a referir-me às bebedeiras e isso. Tudo mentira. Tudo.
De resto, é amor. Dos incondicionais.


alguns até dizem que vendem o que roubaram.

Já vos disse que adoro feiras e ciganos a gritar e a competir para ver quem vende mais barato? Não? Então cá vai: adoro feiras e ciganos. A-D-O-R-O.


By the way, apaixonei-me por dois aneis liiindos de morrer, baratinhos, mas não comprei porque sou croma e essas coisas. Na próxima semana, gentes, não sei se me escapam.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Carta LVIII

Ainda outro dia me desafiavas…Hoje desafias o meu cérebro! Tu sabes que me mataste, mataste por luxúria e eu pequei… Não me arrependo de nada, arrependo-me só da minha ilusão por algo que nunca me quis nem mesmo quando me tiveste…Odeio-te mas não te consigo eliminar do meu cérebro irracional. Hoje inicia-se um período de luto profundo no meu coração, um luto que não partilharei com muita gente porque sinto que não entenderiam…
A vida dá muitas voltas e ainda bem…Um dia sei que me hás-de ver e sentires um friozinho de inveja. Sim porque eu sei que vou ser uma pessoa mais feliz que tu…E isso é que vai ser o meu motor para te esquecer…
Acredito que a tua passagem no meu coração teve uma razão de ser, tal como tudo na vida…Espero um dia aqui a referir…Será bom sinal!
Até um dia…Quando sentires saudades minhas…Porque da minha parte…dificilmente terás mais noticias minhas…Não servirei mais para alimentar o teu pequeno e ínfimo ego.
Se foi perigoso? Foi, agora entendo o porque da expressão. Pena não teres tido tomates para me explicares cara a cara. És cobarde, e muito!

Amanha será outro dia…

Por Márcia


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Obrigada Márcia e a todos que continuam a mandar cartas.
Obrigada pelo carinho e eu juro que um dia destes respondo aos mails todos :)

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Mary Jane.

a teoria das duas semanas foi por água abaixo.

A conjuntura não nos é favorável. Se estão sozinhos e pouco correspondidos, fiquem a saber o que me contaram ontem: só em 2012 os astros se alinharão convenientemente para nos brindarem com o amor. Amores felizes só em 2012. Provavelmente, nessa altura as taxas de juro já terão subido tanto outra vez que voltaremos ao conceito de «o amor e uma cabana» em vez da solidão no condomínio...

O sexo e a Cidália, NS

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

isto é capaz de me fazer muito bem à saúde mas eu juro que não volta a acontecer.

Almoço de sábado: frango. Lanche de sábado: qualquer coisa que não lembro. Jantar de sábado: mista com oregãos. Ceia: vodka. Pequeno-almoço de domingo: mista com chá. Almoço de domingo: mista com oregãos. Lanche de domingo: mista com oregãos. Jantar de domingo: gelatina.

domingo, 14 de novembro de 2010

Life is...



...tequila.

sábado, 13 de novembro de 2010

Ajudem-me!

Mandem-me as vossas teorias, ou as da mãezinha ou da tia solteira ou da avozinha, sobre o que pode acontecer quando em duas semanas entornamos duas vezes azeite. Eu acho que é uma espécie de maus-olhados!

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Coincidências?

No mesmo dia em que umas miúdas resolveram brincar às videntes e, ao lerem-me a mão, disseram que daqui a duas semanas ia conhecer o homem da minha vida, o meu horóscopo dizia-me que nas próximas duas semanas ia ter surpresas muito boas.

Carta LVII

Sempre pensei que ia ser eterno. Que faríamos croché na velhice. Que seriamos do tipo Batman e Robin ou Bonnie e Clyde ou até mesmo Manuela Moura Guedes e Miguel Sousa Tavares.
Começo a Já Não Te Sentir em Mim. Aos poucos e poucos o sentimento vai-se desvanecendo com pequenos gestos que eram importantes e que os deste a outra pessoa. Sinceramente importo-me, mas finjo que não sinto e que está tudo bem. Sim, porque a tua felicidade “ainda” me interessa e ilude.
Sinto falta daquelas conversas parvas, daquelas mensagens sem conteúdo, daqueles momentos chatos, das conversas sérias, dos passeios de recados de família, de gritos, de gargalhadas e emoções fortes.
Agora sinto receio em falar contigo e tu sentes aborrecimento ao falar comigo. Agora não sei quando tens uma dor de cabeça e tu não sabes quando eu me perco pelo caminho.
A solidão é esquisita e tento substituir-te com milhões de pessoas novas que não me completam.
O significado de amizade é agora uma palavra banalizada no meu dicionário, sem significado e sem utilidade futura. Parece então que o tempo gasto na aprendizagem do croché foi em vão. E não iremos trocar agulhas gigantes nem novelos de lã de variadíssimas cores e feitios.
Peço-te perdão por não ter dado valor quando te tinha. Não peço perdão pelos gestos que fiz para não te perder. Mas agora desisto porque o novelo está no fim e a agulha está prestes a chegar ao momento da ruptura.
Não sei o que fiz , ainda não acredito que já não me sintas em ti e que tenhas desistido de mim. No fundo, lá bem no fundinho, ainda tenho esperança que cumpras a tua última promessa e que me dês um sorriso pela última vez.
E assim, prometo aqui e agora que nunca, mas nunca, deixarei outro alguém entrar assim na minha vida como uma dependência de nicotina de poder incontrolável.

Vou seguir em frente e superar este divórcio com as dicas dadas pela Lua.


Por Eskimo.

Nem quero pensar o que serás quando andares no secundário.

- Oh Lua, eu tinha uma letra bonita quando andava no primeiro ano e era um betinho. Agora sou rebelde.


Alexandre, 4º ano

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Sobre o post anterior e de como a construção de puzzles é muito importante na nossa vida.

Sabem aquelas alturas em que parece que corre tudo mal, que as pessoas que conhecemos antes não são as mesmas de agora, que estamos a perder tudo e não sabemos muito bem porquê? Parece que estamos com um puzzle de 1000 peças à nossa frente e não conseguimos encaixar nada de nada. Parece que cada peça do puzzle é um puzzle sozinho. E desistimos. E choramos. E chutamos o raio do puzzle para canto mas ele insiste em olhar para nós todos os dias, todas as horas. E depois, um dia, chega alguém e dá-nos a mão, mostra-nos como se constrói, dá-nos os motivos pelos quais não conseguiamos encaixar as peças. Ficamos surpresos, ás vezes voltamos a chorar, a querer chutar para canto, queremos esquecer. Mas não sei onde vamos buscar forças - talvez à pessoa que nos deu a mão - e, um dia, ele fica pronto, perfeito e bonito e pômo-lo num lugar de destaque, não para olharmos para ele com mágoa mas para nos lembrarmos que aprendemos muito, que ele está lá, que faz parte de nós, que nos ajudou a crescer, a ser mais, a ser capaz, a reinventar a nossa vida, a ser (ainda mais) feliz.

domingo, 7 de novembro de 2010

Só para não dizerem que não falo do que vai no meu coração.

Estou completamente e irremediavelmente in love pela minha vida.

sábado, 6 de novembro de 2010

Eu conheço pessoas estranhas.

Que a primeira coisa que ensinam a um puto de um ano é onde está a pila. E o puto aprendeu bem.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

só para perceberem porque é que este blogue está assim perto do desmaio.

Na verdade verdadinha eu escrevo mais quando estou deprimida, quando a vida não me corre bem, quando tenho o coração partido, quando ando mais triste. E pronto, como devem ter percebido, a minha vida não me corre a 500% mas está muito perto e então não tenho muita paciência/tempo/inspiração/whatever para escrever coisas muito bonitas. Mas há-de chgar o dia que vocês, leitores do meu coração, hão-de ficar orgulhosos por escrever alguma coisa decente aqui. Até lá, este blogue continuará com posts parvos e (um bocadinho) felizes.

basicamente, aprendi a dançar à chuva.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Carta LVI

“Não pensei que fazer uma carta doesse tanto. Sinto-me naquele estado de pena na mão, com um papiro interminável, em que passo a noite a escrever tudo o que vivi, as lágrimas caiem-me e só o fim de tudo se sobressai no meu pensamento.” [alguns meses atrás]

Desta feita escrevo como nunca consegui fazê-lo. Sou sincero e aceito que não seja esta a altura mais apropriada para isto. Mas deixo de me sentir em mim mesmo. Eu posso deixar-me de me sentir eu mesmo?
Por isso mesmo é que quero escrever. É mais uma das situações que vou construindo e petrificando no meu novo eu.
A minha vida é um jogo, sim eu acho que estou a viver um. O Aleluia é aquele que se salta de casa em casa. Há recuos e avanços. Há casas coloridas e de bónus. Há poços negros que me deitam abaixo e dificultam o meu progresso
Pessoa de deixar tudo, para me deitar, sozinho e esperar pela alma que se deitasse a meu lado e me preenchesse o coração. Nunca.
Pessoa que olhava com olhar lânguido para cada situação. Olhava sempre com aspecto critico de derrota e de dificuldade.
Agora as coisas fazem mais sentido. Eu faço mais sentido. Eu gosto do que sou. Gosto de quem gosto. Deixo de gostar daqueles que não gostam de mim. Não gosto daqueles que roubam pessoas que eu gosto. Não gosto de pessoas que se deixam roubar sem pensar. As amizades custam. As personalidades são duras. As cores são vivas. Os pensamentos doces. As convicções firmes.
Já não me sinto em mim. Ou melhor, agora sinto um novo eu em mim. Eu sou sentido e sinto-me bem assim.




__________________________
Obrigada. Por tudo :') 

Sabem aquele jogo que se faz quando cai uma pestana de pedir desejos e coisas afins? [siim, parece que temos 10 aninhos!]

Lua: pede um desejo.
Mart: ser feliz.
Lua: para cima ou para baixo?
Mart: para sempre.



é impossivel não gostar de ti.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Oh my God, oh my God, oh my God!


Por favor, digam-me que o que li não é mentira!
Ai, só me apetece chorar :)

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

domingo, 31 de outubro de 2010

Ah, Inverno!

Esta chuva pede tanto lareiras e chás.

sábado, 30 de outubro de 2010

Carta LV

“Not only is it harder to be a man, it is also harder to become one.”
Arianna Huffington


First things first. A tua carta já garantiu o lugar nas coisas mais épicas que li este ano. Deixaste os teus primos embasbacados, quase ao ponto de me fazer inveja, quer dizer, pensava eu que tinha esse exclusivo, mas não, deixas-me a mim e a eles super orgulhosos, e dás argumentos à minha tese, de que na nossa família se escrevem coisas que vale a pena encaixilhar.

Agora a outra parte, a mais importante, aquela que fez com que eles decidissem que eu é que devia responder. Fogo, tu és das pessoas mais inteligentes que eu conheço, e é por isso, que não há mínima hipótese de tu não fazeres ideia do sermão que te espera. Mais, este sermão deve ter sido o objectivo desde o início. Seu manipuladorzinho dum raio! Mas não faz mal, nós gajos somos como super-heróis, que tanto podem estar nos seus empregos normais, quando de repente já estão a dar uma coça a criminosos, em que “empregos normais” é sermos internacionalmente conhecidos como directos e lógicos e “prender criminosos” é apaixonares-te pela rapariga mais gira da escola e começares a não dizer coisa com coisa. Assim tipo, como está a acontecer contigo! Eu sei, eu fui proibido pelo médico de fazer analogias, mas fica difícil, eu vejo demasiados filmes com bons símbolos, e por isso acho que devo estar quase a ficar bom nisto.

Bem, isto tem que ser dito quanto antes. Ela já sabe que tu queres “construir castelos de areia” com ela (argh, devo estar numa daquelas crises), elas sabem sempre, acho que devemos ter neons na testa a anunciar o facto, ou então é aquela treta do sexto sentido. De qualquer das formas, estás em má posição, estás desconfortável, porque desde que ela percebeu isso e não se foi embora, e acredita, ela ia sublinhar e marcar com marcador fluorescente o “ir embora” de forma a tu perceberes, que começou mais ou menos a contar os minutos para tu seres tu, sabes?

Tu, chavalo de 16 anos [eu queria tanto essa idade, é como ter 18, mas sem a pressão dos exames e metade da responsabilidade], meu primo favorito, que te encantas com a Audrey Hepburn a ser Audrey Hepburn, que fazes proezas no Hóquei, que dizes as melhores piadas nas passagens de ano, e que és imbatível no Trivial Pursuit, tens tudo e ninguém te agarra! Pegas nesse monte de coisas que vai aí dentro e com que arrasaste naquela carta e tens a ideia da tua vida para ela. Nós somos rapazes, podemos nunca ter a certeza de que ela gosta de nós, não vamos aos detalhes, e como eu disse, ficamos parvos, mas nós agimos, temos a mania, somos confiantes, e temos um sentido de humor especialmente desenhado para as divertir, por isso, ela continua parada à tua espera, que sejas rapaz, ou melhor ainda, que tu sejas homem.

Sabes que mais, pergunta a qualquer pessoa, quando é que pensaram pela primeira vez que estavam adultos. Se calhar vais-te surpreender com as respostas, é que não vão ser sobre quando fizeram isto, ou quando conseguiram aquilo. As respostas vão ser sobre o quando e o quanto sentiram nalgum momento. Ok, eu diria que foi quando dormi com uma pessoa 13 anos mais velha do que eu no meu primeiro e único ano de faculdade, mas há as excepções, tem que haver, certo? E não é isso que importa aqui. O que eu estou a tentar dizer é, que é nestes momentos em que tu tens de perceber se estás pronto para ir buscar a vida que queres para ti, porque rapaz, vai ser a viagem mais louca da tua vida.

Pergunta a ti mesmo, vês-te a escolher estes momentos daqui a 10, 20 anos, como os dias em que viste que estavas um homem? Dá-te vontade de agir como um é suposto, quando dizes que adormeces sempre a pensar em várias cenas do mesmo filme, num cenário mais ou menos perfeito, mais ou menos irreal, contigo deitado no colo dela num banco de jardim, enquanto lês as tuas BD’s japonesas (eu sei que se chamam mangas! Calma!) e ela com um dos seus “Jane Austen”? Ou talvez naquela em que a vais levar a casa e esquecem-se das horas, sentados nos degraus do prédio, a tentar convencer o outro de que o vosso desenho animado favorito é o melhor da vossa geração? Se sim…

“Arianna parece-me nome de gaja” estás tu a pensar correctamente, “o que é que ela sabe sobre o quanto custa tornarmo-nos homens?” perguntas em tom rebelde. Ao que eu respondo, que ela fundou um blog, onde já postaram o Obama e a Madonna! Eu acho que só por isso já devemos considera-la uma especialista em qualquer assunto, tipo sei lá, o Moita Flores. Agora a sério, ela vive num mundo da política, que ainda é muito um clube de homens, e deve ter conseguido perceber a nossa essência entre os vários números de circo.

Eu acho que ela está certa. Talvez seja mais difícil tornarmo-nos homens porque as pessoas pensam que é o mais fácil. Com isto tudo, estou a tentar dizer-te que não é, e que vão ser essas mesmas dificuldades que te vão lembrar o quanto tu queres aquilo por o qual estás a lutar. Neste caso, começas com uma nobre donzela. É uma missão do caraças, até podes imaginar que a vais resgatar de um dragão, se é que é precisa mais motivação (Rima!) ou se gostaste do Shrek, mas lembra-te, e isto é tão importante, que ela também se está a tornar uma mulher. E tu tens que saber, que só há três coisas que todas as mulheres gostam em doses pouco saudáveis. Falar, chocolate e apaixonarem-se. Para a primeira, elas tem as amigas, para a segunda tem os supermercados, e para a terceira tem-nos só a nós, homens. Sortudas.

Podes ler esta carta mais duas ou três vezes, mas depois sai. Faz qualquer coisa!


Aquele group hug dos teus primos,
David

P.S- Tens de parar de ver tantas comédias românticas. Olha-me para esses sonhos pá!


 
 
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E amanhã, queridos leitores, vou conhecer o David :)

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Visto e descaradamente roubado algures neste grande mundo chamado internet!

Enquanto algumas pessoas fazem de tudo para serem notadas, outras agem naturalmente e tornam-se inesquecíveis.

ADORO! [e estão a aproximar-se as festas!]


O anel, pessoas.
Amo usá-lo no dedo indicador. AMO.
 Já tenho uns quatro para este efeito mas ando quase sempre com os mesmos.
Grandes, enoormes! 
Já sabem, quem quiser oferecer é dizer que mando morada :)

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Já não temos cinco anos.

Só fazemos promessas bonitas a pessoas que gostamos muito. E eu tenho a certeza que gosto muito de ti quando te prometo T4s com closets gigantes e uma vida cheia de lágrimas abafadas pelos (nossos) sorrisos e quando prometo que vais ser feliz no matter what or who. Ás vezes tenho medo de te falhar. Tenho medo que, um dia, a minha escada parta e eu não consiga chegar até ti ou que as minhas palavras e acções não sejam grandes o suficiente para chegarem ao teu coração. Tenho medo que isto acabe mas tu continuas aqui depois de tudo, porra, deve querer dizer alguma coisa. E já não temos cinco anos, quando prometemos ao nosso coleguinha da escola que amanhã vamos jogar à caça-caça ou ao esconde-esconde e depois, afinal, amanhã já não apetece. Por isso, hoje apetece-me prometer-te que sim, que vamos durar para sempre e que não, nunca, em circunstância alguma, vou deixar que fujas daqui, de mim. E aprende: eu quando prometo, cumpro.




Isto está dificil mas se um dia me casar...

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Musicas a cantar num divórcio #2

Para quem está a pensar divorciar-se e quiser animar a festa/celebração/funeral/whatever deve, efectivamente ouvir músca pimba. E até dou nomes: Ágata. Acreditem, estas pessoas devem sofrer mesmo muito porque as letras das suas músicas, na sua maioria, falam em desamores. Só encontrei estas duas das mais conhecidas (deixo os links porque não dá para incorporar - vá-se lá saber porquê) mas se fizerem uma pesquisa mais atenta irão descobrir um mundo de intriga e abandonamentos e outras gajas que se metem com o(s) amor(es) dela. Um verdadeira mundo, pessoas. Um verdadeiro mundo.

Perfume de mulher - Por isso sai, sai da minha viiiiiiida. [o gajo tinha uma amante]
Comunhão de bens - Pode ficar com as jóias o carro e a casa mas não ficas com ele. [aqui não vai haver problema nas partilhas dos bens já que ela abdica de tudo]



Claro que cada pessoa terá de escolher as músicas consoante a sua situação.


terça-feira, 26 de outubro de 2010

Este blogue está de luto.

Morreu o polvo mais conhecido do mundo.


RIP Paul.

Escrevam o que eu digo.

Hoje será o dia em que engordarei uns bons três quilos.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

domingo, 24 de outubro de 2010

Adenda ao post anterior.

terei sempre uma escada para vos ir buscar.

anytime. anywhere.



terei sempre uma escada para te ir buscar.

sábado, 23 de outubro de 2010

tenho mesmo mais frio quando não estás ao pé de mim.

E, por mais estúpido que possa parecer, às vezes fazes falta. Nem que seja apenas para a minha sanidade mental. Nem que seja apenas para eu ter a sensação de que ainda és 'a minha pessoa'.
Hoje foi diferente. Quando se ri, é sempre diferente.
Hoje rimos, sim. Hoje mostrámos ao mundo a verdadeira razão de ainda ninguém ter ido embora. Hoje mostrámos ao mundo porque certas coisas parecem estar destinadas. Hoje foi diferente. Hoje as coisas fizeram sentido.

Texto e título roubados das MARAVILHOSAS Bolas de Sabão.



Nunca conheci nenhuma caloria que não gostasse.

Mistas com oregãos. O paraíso, minha gente, é o que tenho a dizer.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Carta LIV

Pensei que ia ser de dificuldade de grau máximo. E foi.
Pensei que nunca me sentiria uma fatia do bolo. Mas senti.
Pensei que seriam diferentes os dias de recordações sentidas. Mas não foram.
A vontade de voltar à partida foi perdida, e substituída pelo refúgio num sítio novo e desconhecido.
E porque o barulho e a escuridão não conjugam, eu já não “os” sinto em mim da mesma maneira.
Agora que a inocência acabou e o fruto amadureceu, não culpo ninguém, nem me culpo, apenas porque não já não sinto.
Um coração de pedra que não amolece como pão em água. É cientificamente impossível crer na impossibilidade de desejos e sonhos por concretizar.

E por isso digo que JÁ NÃO quero, posso, desejo, devo SENTIR-VOS EM MIM!
Seria demasiado pedir para que a infelicidade continue onde pode ser evitada sem propagações vizinhas.


Por Eskimo.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

só porque sou especial.

Prefiro que me tratem pelo meu verdadeito nome [mesmo aquele que não gosto] do que me chamarem o que chamam a toda a gente - mesmo que sejam coisinhas fofas e cutxi-cutxi.

Ainda sobre a falta de dinheiro.

Apaixonei-me por uma mala da Nike. Será que também há concursos para malas da Nike? Ou então um senhor da Nike lê este blogue e oferece uma mala da Nike à Lua? Se oferecem telemóveis porque não oferecer malas da Nike, ah?

Verbo respirar.

Podia fazer-te acreditar que acredito que é possível dar a volta, que é possível mudar a sorte – porque a sorte, por sorte todos o sabemos, não é mais do que a competência de quem gere o destino. Podia fazer mil e uma coisas, dar-te mil e um conselhos, mil e uma palmadinhas nas costas. Mas não: prefiro dizer-te, como te disse, para respirares. Para sentires o que tens e o que não tens como provas indubitáveis de que tens tudo aquilo de que precisas. Porque, no fundo, tudo aquilo de que precisas é um corpo para respirar e um mundo para viver. Pode ser uma merda, pode não valer a ponta de um corno. Mas é o mundo: o teu mundo. Aproveita-o. E respira. Até que te falte a respiração.


quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Preciso da vossa ajuda!

É o seguinte: preciso de comprar um carro. Até aqui tudo bem não fosse a minha carteira e conta bancária estarem vaziinhas. Por isso, tive a brilhante (?) ideia de, já que não posso comprá-lo, ganhá-lo. Então onde entram os leirores deste nobre blogue? Entram na parte de me avisarem/inscreverem/telefonarem por mim nos concursos e coisas assim! Ou então na parte de me oferecer um carrinho - não precisa de ser um Mercedes, qualquer coisa serve. Estamos assim combinados?

terça-feira, 19 de outubro de 2010

é por isto que gosto de passar uma meia horinha por dia com bebés.

Pois claro que os putos de um, dois e três anos só poderiam ter paizinhos giros e/ou fofos e/ou interessantes.

Músicas a cantar num divórcio #1

Um dia destes numas conversações estivemos a pensar que talvez não fosse má ideia cantar em divórcios. Dizem que o casamento está em crise, que cada vez se casa menos, que isto e aquilo e, vai daí, decidi-me a fazer uma listinha de músicas apropriadas ao momento. Porque da mesma maneira que há músicas apropriadas a casamentos, tem de haver para os divórcios, certo?

Ora bem, a primeira, como é óbvio, é a música de dá nome a este blogue!

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

nunca estarás sozinho.

sábado, 16 de outubro de 2010

would you make my life as big as the sky?

Porque quero ser isto e quero ser outra coisa. Quero ser mar e água e quero ser terra segura. Quero que me amem e ficar sozinha. Quero gostar dele e odiá-lo. Quero deitar-me, dormir e sonhar e quero dançar toda a noite. E quero dançar sempre a mesma música e músicas diferentes. Quero beber água e sumo e caipirinhas e mojitos. Quero paz e quero festa. Quero ir para casa e quero ficar aqui. Quero ir e quero voltar. Sempre. Quero conhecer e quero ficar na ignorância. Quero beijar e quero (mais ainda) abraçar. Quero férias e quero trabalho. Quero ter inimigos e muitos amigos. Quero tu, ele, o outro e mais o outro. Quero todos e não quero nenhum. Quero comer muito e quero fazer dieta. Quero fruta e quero carne. Quero ter e não quero comprar. Quero sol e calor e frio e chuva e vento. Quero andar descalça e quero sapatos de brilho. Quero escrever com lápis, com caneta, com tinta, com cores, a preto e branco. Quero não ter nada para dizer e quero dizer tudo. Quero bater à porta e entrar sem pedir. Quero receber cartas e não responder. Quer ler muito, devorar e quero rasgar as páginas que me fazem sentir tanto. Quero receber mensagens de amor e não ter palavras. Quero tomar banho em pétalas de rosa. Quero cheirar bem e não cheirar a nada. Quero que me prendam e quero ser livre. Quero lençóis de linho e lençóis de seda. Quero-me vestir de todas as cores do arco-íris. Quero o nascer e o pôr-do-sol durante todo o dia. Quero a lua sempre comigo, em quarto crescente. Quero a Elas e a Eles e quero mais elas e mais eles, muitos mais. Quero viver no campo e nas montanhas e na cidade. Quero estar aqui e quero Barcelona e Caminha e Porto. Quero ouvir música e quero estar em silêncio. Quero forrar o meu quarto de desenhos e de palavras. Quero sorrisos, lágrimas, ombros para chorar, gritos e silêncios. Quero fazer tudo o que não fiz e não fazer algumas coisas que já estão feitas. Quero ser corajosa e quero ser frágil e ter medo. Quero proteger e quero que me protejam. Quero estar sempre lá para os outros e quero que os outros estejam sempre por mim. Quero que amanhã desapareça tudo e quero que amanhã recomece tudo outra vez. Quero aceitar e merecer o que me dão. Quero que comece e termine e recomece. Quero amar, sonhar, viver, sentir, magoar, ser magoada, fugir, esquecer, beijar, abraçar, suar, criar, acreditar. Quero o mundo inteiro dentro de mim.


E eu quero tudo.

eu também tenho pronúncia do norte e devo dizer coisas estranhas.

Acho tão fofinhas aquelas pessoas que em vez de dizerem mais alto dizem mais j'alto.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

um dia afogo-me numa garrafa de água-ardente e muda tudo.

Ou é porque está sol ou porque está chuva ou porque me esqueci das chaves ou porque vair dar aquele filme na televisão ou porque a vizinha foi para o hospital ou porque o chá está bom e não dá para interromper ou porque não-sei-quem tem uma cusquice ou porque outro não-sei-quem tem uma coisa pra contar ou porque o Benfica ganhou ou porque bebi demais ou porque o café estava sem açúcar ou porque já é tarde e temos de ir embora ou porque não quero estar mais aqui ou porque essa camisola fica-te mal ou porque esqueci da fazer o buço ou porque é Natal, é Páscoa, alguém faz anos, ou porque é Outono ou Inverno ou Primavera ou Verão, ou porque falo espanhol ou porque esta música é linda ou é feia e não gosto ou porque hoje estamos em dia não ou porque não dormimos de noite ou...
Ás vezes queria dizer-te tudo. O que sinto, o que senti. Ás vezes sinto-me a explodir por dentro. E depois tu nunca percebeste nada, nunca soubeste a quantidade de coisas que despertavas em mim e a quantidade de amor que tinha para te dar. Perco-me em conversas e no mundo que me rodeia, é esse o problema. Sempre me perdi. E espero que percebas pelo menos isto: há palavras que, por muito que queira, nunca mas nunca te saberei dizer.





quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Um dia que fume (*) só pode ser disto!


*ahaha. private joke
Post mais ou menos dedicado à Kinhas e à Pita. E encontrei a imagem na net :)

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

A amizade aos 9 anos:

- Quem é a teu melhor amigo?
- Não sei. Estão todos empatados.

Carta LIII

Tu, que povoas o meu coração,

Não sei como haveria de começar a escrever aqui. Já não me posso chamar de "meu amor", não seria justo para ti, nem seria justo comigo mesmo, não que não te ame, porque amo, mas porque perdi todo o direito que tinha de dizer que de alguma forma eras minha. Não te queria chamar querida, porque na realidade é demasiado banal. Não te queria chamar pelo nome, porque esse só deve ser usado por quem queres que o use. Então começo contigo, tu que povoas o meu coração, porque te sinto hoje duma forma assoberbada, assombradamente cheia de calor e carinho, porque não consigo deixar de pensar em ti, e porque te vejo em todo o reflexo do que faço.
Não sei como me sentes hoje em dia, não sei sequer se mereço ser sentido por ti. Se mereço sequer um segundo dos teus sentimentos e um segundo dos teus pensamentos. Não há um dia em que não me martirize sobre tudo o que aconteceu connosco neste último ano, e já agora durante todo o tempo que partilhamos enquanto seres apaixonados e envolvidos numa mesma relação de partilha total e abertura.
Olho para os casais que passam por mim enquanto completo o meu dia sozinho, passam por mim vindos de todos os lados, desde o Eléctrico 18 da Ajuda, no Cais de Belém, junto à Ponte 25 de Abril, tomando café juntos enquanto suavemente passam a mão pela cara um do outro, apreciando o amor em doses grandes de emoção e sentimento de estarem completos e não sentindo nenhum vazio gigantesco do tamanho das crateras do Vulcão de Sumatra. E penso no quanto de nós podia estar representado em cada um desses casais, e isso deixa-me mais triste, porque sei que eu e tu tínhamos muito mais potencial que os outros todos juntos, tínhamos amor, paixão e interesses intelectuais acima de qualquer um deles.
Sei hoje que nenhuma mulher à minha volta é capaz de me dar tanta vida como tu me davas, nenhuma delas me parece interessante, acho-as cinzentas como acho cinzento o tempo em Outubro, não são cores garridas e vivas que me fazem querer sorrir. Não tenho o mínimo interesse em querer saber quantas mulheres giram à volta do mundo, isso não mais é importante, depois de ter tido o melhor a que podia aspirar, não me posso contentar com muito menos. Daí preferir ficar a idolatrar a pessoa que és sozinho, do que encontrar alguém que nem sequer consigo gostar.
Hoje, e desde há algum tempo sei que o nosso nome não ficará imortalizado nem por Dali nem por Kandinsky em quadros vibrantes e brilhantes, de cores quentes e carinhosas que pintam a nossa imaginação de orgulho e duma sensação de bem-estar inigualável. Arrependo-me dos milhões de erros que cometi, sei que não tenho desculpa, que essas se acabaram há muito tempo, no dia em que deixei de poder errar, e no dia em que cometi o erro gravíssimo em nós.
Acabaram-se os fins-de-semana bonitos.
Acabou-se a minha ânsia de vencer as centenas de km que nos separavam mas que eram sempre vencidos ao primeiro beijo.
Acabou-se o chá das 5h, tomado no sítio do costume, envolto em olhares de admiração e ternura.
Acabou-se o regozijo com que dizia à família que tinha alguém, que na verdade não era alguém, eras Tu, Tu que mereces uma admiração grande agora que não estamos juntos, visto que reconheço os erros que cometi, e o que durante algum tempo sofreste comigo.
Não há mais sorrisos perfeitos, nem olhares lânguidos.
Não há cumes que se vencem com a simplicidade de duas mãos juntas.
Não há mais Lisboa e Porto juntos no mesma sombra de árvore.
Não há mais nada, só o meu pensamento em ti, e o teu pensamento cada vez mais longe de mim.
Acabou-se agora o conto de fadas em papel velho.
Eu fico aqui do meu lado do rio, e tu ficas do teu lado do rio.
Sinto-te em mim, como se nunca tivesses saído do meu lado.
Mas deixo-te sem mim, onde ficas feliz e mais completa.
Sempre teu. Sempre.

P.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Acho que é só isto.

Tenho a sensação que os meus dias começam muito cedo e acabam muito tarde.

-Já não é verano, Lua.

É estranho.*

Ouvir pela boca dos outros e sentir na história dos outros a nossa história, aquilo que sentimos. Exactamente aquilo que estamos a sentir.

*não necessariamente mau.

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Há pessoas geniais :)

A lei da atracção.

Eu não acredito muito nisso. Acredito, sim, que a vida nos dá vários caminhos e que temos de escolher o melhor - mesmo que, no final, não o seja. Acredito também que se tivermos pensamentos positivos, se deitarmos as tristezas para trás das costas é mais fácil ultrapassar os obstáculos que nos surgem. Acredito que temos o poder de nos mudarmos e, consequentemente, mudar o nosso futuro e sermos nós construtores do nosso bem-estar. Ás vezes parece-nos tudo tão longe mas isso somos nós a exagerar, a não ver a big picture da coisa. É basicamente isto. Não me venham dizer que pensar muito naquela pessoa, ela acaba por ficar connosco. Que pensar muito em dinheiro recheia a nossa conta. Que pensar e querer muito casar com o Tiago Bettencourt ou com o Chris Martin ou com o Pedro Boucherie ou com outro qualquer, faz-nos acordar de manhã com uma aliança no dedo. Lutar pelas coisas é o caminho. Nós lutarmos. Não o universo.

sábado, 9 de outubro de 2010

Ohhh...

Talvez um dia percebas que perdeste a Lua enquanto contavas as estrelas.

A haver posts perfeitos...

...este é um deles. É tão eu.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Ok!

Nestes tempos de crise, se tiverem um namorado que coma muito só têm um remédio: troquem-no por um que coma menos.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Carta LII

Já lá vai o tempo de menina, em que tudo era mais fácil.
Já foram tempos em que a brincadeira falava mais alto e o estudo ficava para último.
Já passei o tempo em que as paixões platónicas ocupavam o meu dia e os seus sorrisos alegravam a minha alma.
Já não te sinto em mim!
Lá passei os meus melhores momentos, aprendi de tudo um pouco, mas em especial a ser uma mulher forte e capaz de ultrapassar com a cabeça erguida todas as rasteiras da vida.
Fui feliz? Muito, as vezes só quero voltar a traz e dizer o que não disse e fazer o que não fiz.
A minha vida foi assim e gostei. Gosto de passear à beira mar e sentir a maresia, gosto de viver e sem dúvida de rir.
Penso no passado como uma das melhores fases que vivi.
Agora sobre o presente, posso dizer que tem altos e baixos, e sem duvida que o sentido proibido o domina.
Já te sinto em mim!
Sinto que a vida num curto espaço de tempo dá muitas voltas. Voltas essas que tendem a mudar a minha vida para melhor. Assim espero!
Sem duvida que os meus amigos fazem parte do “sentir” presente.
Aos poucos e poucos vou conhecendo melhor aquela flor que ainda esta a abrir. Gosto das conversas que tenho com ela e apesar de ainda estar a conhecer o mundo, ela alegra o meu dia.
Podia falar de tantas coisas e ao mesmo tempo falo de tão poucas.
Para terminar não poderia esquecer a minha amiga Lua, (referida nos amigos) que faz parte da minha vida e eu gosto.
Lua, Nestlé, mana e outros tantos nomes, obrigada por fazeres parte da minha linda vida e se não te importares faz um favor a ti e aos teus amigos e sê FELIZ sim? Promete-me.



...por Poderosa.


______________________________
Não sei se repararam Ela é minha amiga e já me tinha prometido isto há muito tempo.
E não sei se repararam que a Lua de quem se fala sou eu e eu prometi que sim, que ia ser muito feliz :)
Obrigada, Poderosa! Por tudo.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Qualquer dia os putos nascem a saber escrever mensagens!

Mas quem é que dá um iPhone a um miúdo que nem 10 anos tem? E depois, claro, queixam-se que eles fazem videos dos amigos a vestirem-se no balneário.

mas eu sou forte e aguento estas coisas.

Ás vezes - não muitas vezes mas nos últimos dias bati recordes - tenho medo de não conseguir sair daqui. Disto.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Ás de copas.

Sabes aquelas pessoas que fazem castelos de cartas? É tão estúpido, não é? Elas não sabem que basta tirar uma ou alguém soprar que aquilo desmorona tudo? É mais ou menos como nós. Nós nunca fizemos castelos de cartas, para nós só servem para jogar à sueca ou waterfall, mas fizemos castelos de areia cheios de promessas felizes e beijos doces e abraços apertados e mensagens bonitas e olha, hoje, digo-te que vai tudo dar mais ou menos à mesma coisa. Os de areia também caem e nem é preciso soprar, nem é preciso rabanadas de vento fortes, nem é preciso alguém ir lá com a mão, bastam palavras e gestos feitos nos momentos errados. Nós fomos mais ou menos isto: duas cartas que juntas, e pelas adversidades da vida, nunca aguentariam muito tempo de pé.


segunda-feira, 4 de outubro de 2010

...

Ahhhhh

É Outubro. Está tudo explicado.

não façam promessas se não as podem cumprir, ok?

Vocês não sabem o quanto esta noite seria para mim. Talvez a primeira noite feliz destas noites todas horriveis que tenho pasado. Obrigado por a estragarem um bocadinho. Ou muito.

domingo, 3 de outubro de 2010

ando um bocado a morrer.

Tenho umas olheiras tão carregadas, tão pretas que parece que não durmo há uma semana. Ou então que andei aos murros.

Um dia prometeste-me tanto e agora sei que nunca irás cumprir.

...eu prometo: um dia ganho a lotaria ou faço uma magia mas que eu morra aqui se eu não fizer parecer que o tempo voltou atrás para dizer ou fazer o que devia ter sido feito ou dito.


encontrei-a no meio de tantas outras cartas.




sábado, 2 de outubro de 2010

...

Não acredito que fui a rapariga que te disse tudo o que precisavas de ouvir. Não acredito que fui essa rapariga e que tu nem olhas para mim com um pouco mais de brilho nos olhos.

Roubado daqui. Ia ser de onde? :)

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

o problema é eu querer saber demais.

Voz da razão - Lua, para a próxima está quietinha no teu sítio. Não queiras saber mais do que é suposto e, consequentemente, magoar-te (ainda) mais do que o que foi é suposto. Já passou, tá?
Lua - Não, não passou. Está sempre aqui. Sempre. O que aconteceu ontem ou há dois meses ou há quatro ou há sete ou há um ano. Está sempre tudo aqui.   

Nunca te partiram o coração porque se assim fosse nunca terias partido o meu.

Tu deves achar que mereces um óscar por ter gostado de ti, pois digo-te que nem uma medalha de lata mereces pelo que me fizeste. Não sei se sabes o que fizeste comigo no dia que me deixaste sem me explicar. Abriste uma ferida tão grande no coração que só com o amor, os sorrisos, os abraços e os sentimentos bonitos dos meus amigos é que fechou. Tu abriste o caminho e os outros, os que eu amei, só tiveram o trabalho de seguir os teus trilhos e abri-la de novo. O culpado és tu, sim. De tudo. Repito: de tudo.  


quarta-feira, 29 de setembro de 2010

é mais ou menos isto.

Gosto mais do Verão do que do Inverno - apesar de gostar das lareiras e dos chás e dos cachecóis e do Natal. Gosto dos primeiros beijos mas são os últimos que nunca esqueço. Gosto de dizer gosto de ti mas amo muito mais que mo digam. Gosto de mensagens de bom dia mas prefiro as de boa noite recebidas mesmo mesmo antes de dormir para sonhar cor-de-rosa. (Não) gosto de ter saudades disto. E gosto de ser assim, um bocadinho incoerente.

Mas serves para alguma coisa?

Dente do siso: és um filho da puta.

Pergunta parva a esta hora do dia!

Se agora construíssem um blogue, que nome lhe poriam?

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Uma menina de 9 anos para outra:

Vou-te ensinar brincadeiras de crianças. Estás com umas atitudes muito adultas para o meu gosto!

:)

Muito teen mas amoroso :')

I don't love you anymore. But it takes more than even you to destroy a Blair Waldorf.


domingo, 26 de setembro de 2010

Sentir.

Gosto tanto deste verbo.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Tão verdade.

vais morrer de amor e ressuscitar. tantas vezes.



quinta-feira, 23 de setembro de 2010

:')

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Pode o coração, efectivamente, doer?

Não, não estou a falar da dor que sentimos quando nos magoam, quando nos abandonam, quando nos trocam, quando dizem/fazem coisas que nos levam a chorar durante 254575 noites seguidas. Estou mesmo a falar de dor, dor física, tipo quando nos cortam um dedo e sangra e dói. É possível? É que tenho uma dor estranha do lado esquerdo do peito desde ontem e acho - mesmo - que é o coração e queria confirmar com vocês, meus nobres e lindos leitores, se pode mesmo acontecer antes de falar com a minha mãe que é bem capaz de ir a correr para as urgências comigo e dizer-me baixinho para simular um desmaio qualquer para ser logo atentida. Ajudam-me? 

Ás vezes...

...gostava de não ver nada, não ouvir nada, não saber nada, não perceber nada. Basicamente, ás vezes gostava de ser cega, surda e um bocadinho burra e estúpida.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

mas não há sites direccionados só e apenas para o sexo, para o fazer o amor?

E anda uma pessoa, muito bem intencionada, a procurar trabalho pela net, em sites destinados (?) a esse fim e aparecem...pilas. Pilas, minha gente.

domingo, 19 de setembro de 2010

quando formos um só, seremos muito mais que dois.

Um dia vamos ver o pôr-do-sol à praia. Vamos olhar o mar e tu vais prometer-me que ficas comigo para sempre. E eu vou dizer que não, que isso é mentira, que todos os para sempre da minha vida se esgotaram ao fim de pouco tempo, que não estamos num filme que acaba sempre bem, que isto é a vida real, que não somos príncipes nem princesas e que não, não existem castelos nem fadas, nem duendes, nem bruxas e que agora nem os putos acreditam no Pai Natal. E tu vais sorrir para mim e vais abraçar-me. E vais dizer-me que tenho medo é de ser feliz, que penso demais, que eu devia acreditar em contos de fadas porque realmente existem e vais provar-me. E eu não vou conseguir responder-te porque o teu beijo vai cortar-me o ar e eu vou acreditar que tu és mesmo um príncipe perfeito e decido, nesse instante, que nunca mais quero, nem posso, dizer-te que não.


As férias em sete fotos.

Agora que o meu Verão acabou oficialmente - toda a gente vai embora daqui - ficam as recordações. E sim, no ano passado eu fiz a rubrica "7 dias, 7 fotos" mas hoje vão as sete fotos todas de uma vez, sim? Foi tudo muito bom!

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

De: Sérgio Sousa

LUAAAA* TU E'S LINDA MESMO QUANDO ESTA'S EM QUARTO MINGUANTEE (:

Queres ser (ainda mais) feliz?

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

E se...

...eu quisesse ir morar para o Porto again?

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Carta LI

À minha Super-Amiga
Cujo principal poder é estares sempre ali para me aturar.
(Mesmo quando o senso comum te diz que não faz mal se me mandares abater)

Eu odeio a merda das apostas, aliás, até acho que já falamos nisso, mas odeio-as menos quando não as perco. Nós temos esta aqui em casa que tem regras muito simples. Se nos acontecer alguma coisa durante o dia que dê conversa ao jantar para mais de três quartos de hora, nós temos que contar isso a alguém por carta. É tão parva. Eu quase que gostava desta aposta, eu sou a pessoa que janta virada para o relógio da sala, eu tenho uma imaginação fértil para me safar antes do tempo, eu recebo mais abébias que ninguém nesta casa. Eu basicamente fui vendo os outros a escreverem cartas atrás de cartas e até gozava bastante com eles, dizendo-lhes que o Eça também começara assim, que o Pessoa também tinha a mesma aposta com os heterónimos, que perdia sempre, e que foi com essas que conquistou a Ophelia, e até culminei sugerindo que escrevessem ao Pai-Natal. Depois perdi a aposta.
O que me matou foi aquela fantasia de conhecer o pai dos meus filhos no Dragão. Uma fantasia é suposto ser assim, louca, perfeita, inconcretizável. INCONCRETIZÁVEL (desculpa Camões, vamos fazer de conta que a palavra existe, sim?). Quando eles acharam que uma das minhas ideias mais rebuscadas e novelescas de sempre se concretizou, o assunto deu pano para mangas.
Cheguei ao estádio para aí antes meia hora, é costume, gosto de os ver a aquecer, dá para os aplaudir, pensar se o massagista faz a mínima noção da sorte que teve na vidinha, discutir quem vai jogar onde com o “trio de ataque” (Alcunha da minha autoria, são três portistas ferrenhos que já tem idade para serem meus avôs, são tipo amigos de infância ou assim, e que por termos lugares cativos dá por os ir conhecendo e a quem se senta sempre ao nosso lado). Para mim o jogo já começou ali. Quase em cima da hora vejo alguém novo, dá para reparar porque leva o bilhete na mão e olha para ele a cada dois passos, quando nós, habitués, já temos o nosso sítio mais que decorado. Interessante este “alguém novo”. Tu sabes. Lá sobe ele as escadas, escolhe a fila, escolhe a cadeira e senta-se, “Mesmo à novato”, pensei eu, “vais ter umas calças de cor diferente quando te levantares, à cor da VCI”. “Já vou ter as calças da cor da VCI, merda!”, resmungou ele enquanto eu contava as cadeiras que nos separavam e tentava perceber se era distância suficiente para não haver telepatia.
Depois ele reparou em mim. Talvez não devesse ter prestado tanta atenção à parte em que ele tentou sacudir alguma da sujidade naquela zona das calças. Ainda disfarcei, pessimamente, mas o Porto salva-me e entra em campo, aplaude-se, canta-se, e o jogo começa. E eu ouço logo isto, “Tu deves detestar futebol, porque os jogadores caem de cú, sujam-se, mas não estão ali 10 segundos a sacudir aquela zona”. “Wow” quase gritei eu. Aquilo pode parecer à partida parvo, mas lá fez-me rir, e depois como não queria ficar por baixo, saiu-me um “Muito bem, foste a primeira pessoa a usar a palavra cú neste estádio sem ser num insulto, acho que até tens um prémio para levantar à saída”...vá lá, não foi nada mal. È que chegou mesmo rápido ao meu lado.
Ao intervalo já havia nomes e dados biográficos trocados, mas o resultado estava-me a deixar sem unhas, precisávamos de um golo, e ele descansa-me de uma maneira nova, basicamente o someone special encarna nele e explica-me o que é que temos de fazer para marcar. Eu devo ter feito uma cara engraçada de espanto, mas acho que não se pode ir ver outro jogo com ele, porque eu brilho quando acerto nas substituições, mas com ele ali a dar palestras do 4-3-3, não tenho mesmo hipótese.
Depois o tempo passava, e uma por uma, as alterações que ele tinha previsto foram sendo feitas e a equipa melhorando. Estava a acabar e nada. De repente pede-me para lhe tirar uma foto com o telemóvel. Como nunca lá tinha ido, queria levar um recuerdo para casa. “Que raio de altura foste escolher para tirar uma foto, e não me responsabilizo se isto ficar tudo tremido, vá olha para mim-” e do nada o estádio explode, a bola estava dentro da baliza sem nós fazermos a mínima ideia de como ela lá foi parar, estava tudo louco, e nós só podíamos festejar também…principalmente ele, que me abraçou e tenho quase a certeza que me levantou do chão, e só depois vi quem marcou.
Foi Ele.
E parece que se quebrou ali um feitiço, Ele tinha sido a última pessoa que me levantou do chão sem ser um piloto da TAP, e agora que aparece este “alguém novo” a fazer o mesmo (por uma carrada incrível de acontecimentos ideais, eu sei!), Ele arranja uma maneira incrível de estar lá…mas sabes, deve ter sido mesmo um feitiço qualquer que se quebrou, porque mesmo ele marcando O golo da vitória, que SÓ manda o estádio abaixo, é que eu descobri que já não o sentia em mim. É irónico, porque milhares de pessoas achavam ali o contrário.
Vim para casa quase aos pulos. Que raio de hora e meia mais cheia de coisas incríveis. E também com outra aposta feita. Sim, eu tenho a certeza que as detesto. Mas apostei com ele que só nos íamos ver fora dali se ele lá voltasse no próximo jogo. No jantar estou a contar todo este relambório, a ser bombardeada por todo o tipo de bocas foleiras e pedidos de descrições detalhadas, mas tinha o relógio controlado. Não ia escrever esta carta. Mas depois toca qualquer coisa na minha mala, era o meu telemóvel, mas com um toque que nem com a pior das “bubas” eu ia escolher. Fui ver o que era e li “Mensagem recebida: Monica Bellucci”. MONICA FUCKING BELLUCCI. Abri quase a desfazer os botões e nem reparei que li a mensagem em voz alta, “Já vi que roubas o telemóvel aos gajos giros que encontras só para que eles te liguem. Eu pago o resgate e amanha levo-te a comer uma fatia de um awesome bolo de chocolate e tu devolves-me essa coisa onde tens a mão. Liga-me. P.S. – Ah, eu sou capaz de dar o nome das mulheres de sonho dos meus amigos aos respectivos contactos.”
O meu telemóvel apareceu depois (estava ainda mais embrenhado naquela mala bege), porque este era só igual. Eu não roubo telemóveis. Nem de gajos giros. Mas durante um golo, naquelas condições, eu se calhar metia à mala o capachinho do Tony Carreira se o tivesse na mão. Eu perdi a aposta porque eles obrigaram-me a decidir, ou melhor, porque eles queriam muito decidir. Mas fogo, também já está (quase) paga! Só falta uma linha.
Falamos segunda :P (Tomaaaa!)

Beijos,
Ema


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Cheira-me que a Ema escreverá mais cartas!
E tudo só para o Manuel Luis Goucha não se apoderar aqui do cantinho :)

...

Todos os dias me magoo um bocadinho.
Todos os dias consegues magoar-me um bocadinho.
Todos os dias.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Deve haver outro nome para isto mas não me está a ocorrer.

Não sinto necessariamente saudades tuas. Sinto é falta das borboletas na barriga. E da certeza que tu estarias para todo o sempre comigo. Agora é mais do tipo hoje estou aqui mas amanhã se não quiser não estou. Percebes-me? São saudades do que eu era e queria ser contigo. Não são, definitivamente, saudades tuas.