domingo, 3 de janeiro de 2010

Nem sei como agradecer!

E mesmo quando andamos um bocadinho mais distantes do blogue, sem grande coisa para escrever, sem ideias, sem tempo para cá vir, sem postar cartas [esta semana recomeço porque já tenho imensas - não me canso de agradecer a todos vocês por terem aderido em massa ao desafio], sem comentar os outros blogues apesar de, sempre que posso, estar lá a -los um bocadinho escondida [:)]. Mesmo depois de estar um bocadinho ausente, eis que chego aqui e vejo que o blogue escrito pela minha pessoa [não é meu, é nosso!] entrou para a lista do top 2009 de blogues da Inês e Mafalda. Obrigada, a sério.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

E cá estamos.

E 2010 já cá canta. Dizem que foi uma festa linda de se ver e eu concordo. Foi em grande. E eu gostava de escrever um discurso assim muito bonito a dizer que este ano vai ser diferente, que aprendi com o passado e blá blá blá mas acho que não é discurso para ser proferido por uma pessoa como eu! E pronto, é mais ou menos isto que tenho para o primeiro poste do ano.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Porque hoje tinha de ser: Adeus 2009.

Este ano que passou foi bom mas espero, muito sinceramente, que o próximo seja ainda melhor! Este foi o ano de tudo. Vivi meio ano em Barcelona, trabalhei na minha área, conheci pessoas fantásticas de países que nunca pensei conhecer, tive O Verão da minha vida, amei pessoas - muitas, desiludi-me com pessoas, esqueci [ou não mas tentei], voltei a amar e confiar. Tive os meus amigos sempre perto (mesmo quando estava lá no meio dos árabes e no meio das Ramblas), falhei muitas festas, muitos cafés, muitas histórias, muitos sorrisos por estar longe mas aprendi que não é a distância que separa as pessoas. E este ano espero mais. Espero mais de mim, dos outros, da vida em geral. Não posso pedir muito porque sou feliz - sim, sou muito feliz - e pedir muito é uma forma de nunca estarmos satisfeitos com o que temos. Mas um trabalho, o homem da minha vida, dinheiro, saúde, amigos e muito amor são coisas que iriam ser muito benvindas. :)



...e façam de 2010 o ano das vossas vidas. Saiam mais, bebam mais, tomem mais cafés com os amigos, estoirem o dinheiro em roupas e merdas que num servem para nada, ofereçam flores, dêm muitos beijos, namorem muito, casem, façam uma viagem, passem muitas noites sem dormir. Façam o que quiserem mas, acima de tudo, vivam.*



Que 2010 seja O ano, sim?
E sejam todos muito felizes. Sempre.

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

E eu disse que só comia um por dia mas ás vezes não consigo resistir.

Os chocolates de Natal nunca são chocolates de Natal. São borbulhas por todo o lado e de todos os feitios. E digo-vos, minha gente, que já ninguém olha para os meus lindos olhos ou para o meu nariz ou para os meus lábios ou para o meu cabelo quando fala comigo. O olhar das pessoas, de TODAS as pessoas, vai automaticamente parar à borbulha gigante que tenho no meio da testa. Não há condições sequer para ter uma vida social neste momento crítico da minha vida. [E já está cheiinha de pasta de dentes - dizem que faz bem e eu acredito nas pessoas.]


Base?

Desabafo.

E depois há aqueles dias em que só queria estar longe, a quilómetros de distâncias de casa, a morar sozinha ou com amigos ou com desconhecidos, onde não precisaria de dar justificações a ninguém. Isto é muito cansativo e às vezes parece que dou em doida! Trabalho, por favor, aparece rápido. E longe.

domingo, 27 de dezembro de 2009

Claro que há excepções.

(...) eu acho que transportando o homem e a mulher para a vida animal, a mulher tem um cérebro de elefante enquanto os homens ficam-se por um cérebro – não quero ser muito má mas cá vai – de passarinho. Eu dou-vos um tempo para digerirem a informação… já está? Agora visualizem lá um pássaro à beira de um elefante. Visualizaram? Pois aí está a grande diferença. A mulher tem um cérebro grande onde cabe toda a sua vida mais a vida das vizinhas, a vida das amigas, a vida das conhecidas, a vida das amigas das amigas e das conhecidas das amigas e das conhecidas das conhecidas e afins. Assim, quando um homem decide sair da sua vida, ela, a mulher, por ter um cérebro enoorme, guarda durante muito tempo as lembranças dos tempos que já lá vão, dos tempos das flores, dos jantares, da praia ao final da tarde, das juras de amor eterno e do cliché “nunca conheci ninguém como tu”. E é isto, este voltar constante ao passado, ao que foi bom, ao que podia ter sido se, que faz com que as mulheres levem tempos infinitos a esquecer aquele que, em tempos, foi o homem da sua vida. E enquanto elas sonham com o que eles foram, eles mal se lembram do que elas eram. Enquanto a mulher ainda vive nas lembranças do amor passado, eles já passaram muitos amores à frente. E talvez venha daí a pouca dificuldade dos homens em esquecer (-nos).

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Tardes de Natal.

Estivemos a jogar Monopólio a tarde toda. Descobri que sou péssima a gerir casas e hotéis e essas coisas [não sei como a quinta do facebook ainda sobrevive] ou então os dados não são grandes amigos. Sabem a frase "azar no jogo, sorte no amor"? Esqueçam, não se adequa à minha pessoa nem numa vírgula. Ah, e também fico muito parva quando não tenho notas de 100 euros para fazer o troco. Pronto, era só isto. E o facto de ter comido muito pão-de-ló daquele delicioso que só de olhar engorda. Mas shiuuu.



[E podem dizer que já ninguém joga Monopólio porque, lá no fundo, é bem verdade!]

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

É hoje:



Feliz Natal.




Sejam felizes, sim?

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

E ontem...

...houve amigos, cheiro a Natal, (muita, imeeensa) chuva, Rota, chá, gargalhadas, Porto, Luis Represas ("e é amar-te assim perdidamente, é seres alma e sangue e vida em mim" lalalalala) e muitas muitas outras coisas. E depois houve isto:



O melhor do mundo!

domingo, 20 de dezembro de 2009

Eu vou a Marte.



Completamente viciada. Perfeita, perfeita.

[E é escusado dizer que QUERO MUITO que Ele - seja lá quem Ele for - me cante isto ao ouvido.]

sábado, 19 de dezembro de 2009

Noites de sexta.

E depois no meio do barulho da música e das luzes e dos gajos vestidos todos iguais [já agora, camisa branca e colete] e das miúdas semi-nuas que deviam estar era na caminha ou a brincar com bonecas, eis que tenho uma revelação qualquer e penso [e digo também em voz alta]: e se mudasse o nome do meu blogue para Já (não) amo você???




*Brincadeirinha. Este que está é muito mais fofinho e querido e tudo e tudo.
[Já repararam que ando a usar muitas vezes a palavra fofinho? Gosto, pronto]

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Devia era ter-me atirado para cima dela e implorar que me adoptasse.*

No outro dia na Worten - passo a publicidade apesar de ninguém me pagar para isto - estava uma mulherzinha a embrulhar duas máquinas fotográficas daquelas todas XPTO, lindas de morrer, maravilhosas, que tiram fotos giras e fofinhas - basicamente, a minha máquina de sonho, aquela que pedi há uns postes atrás. Segundo ela, eram para os netinhos. E resumindo muito bem resumida esta questão: há alguém que vai ser muito feliz nesta Natal e esse alguém não vou ser eu.**




* OK! Exagerei um bocadinho.
**Não, meus amores, não estpu deprimida nem nada, não se preocupem.
Eu sou gaja de ser feliz (só) com uns chocolatinhos milka!

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Carta XXVI

Mon ange,
Razão de meus pensamentos... Razão de meu pesar... Razão de meu contentamento...
Um traço de felicidade ou um risco de lamento ..
O desejo que não se pode fingir, ou esconder, ou fugir...
A vontade do vício de me embreagar em ti...
Tu podes ser a chuva fria e fina de inverno ou o sol quente e seco de verão...
Tu habitas a linha tênue entre a raiva e o profundo amor.
E um único dia me pode me arremessar ao céu ou ao inferno com uma única palavra...
Dono deste oceano de sentimentos...
Nunca haverão de faltar-me as palavras diante de tanto querer... Estou a brincar com as letras sque deslizam suaves como folhas secas no outono por entre meus dedos.
Desenho um mundo tão nosso apenas eu e tu, meu doce e eterno Cadu...
Eu, vc e nosso castelo... e todo amor que houver em nossas entrelaçadas vidas.
Estou desisto de tentar me esconder, sim me felicita a paixão que vem ao meu encontro por entre tortuosas estradas. Ah, ela acena e sorri pra mim... Então decido por sorrir para ela de volta.
Apenas quero que tu troques comigo essas juras que me cumpra tais promessas.
Prometa, mon amour, que teremos um por de Sol e teremos uma Lua cheia juntos...
Prometa que irá dedicar-te à nutrir nosso amor em suas raízes, que irá cuidar de suas folhagens e que por seus galhos não passarão nem pragas nem podas, para que possamos ve-lo crescer em seus arbustos e orvalhadas flores...
Prometa que teus olhos estarão sempre a procurar pelos meus para achar a felicidade...
Prometa que tuas mãos firmes ou tremulas hão de procurar meu corpo , hão de se perder nele e encontrar seus próprios caminhos...
Prometa que as juras de amor as mais intensas, as mais insanas, as mais verdadeiras, as mais tórridas serão minhas toda minhas...
Prometa que o sexo em sua plenitude, em suas variedades, perversidades em torrentes de alegrias será modelado em argila e barro por nós dois.
Prometa que embora às vezes preso em seu compromisso seu coração em liberdade estará à voar comigo....
Prometa que teremos os prazeres simples como conversas sem sentido, um filme com pipocas, dividiremos um sorvete, passearemos em uma praia escreveremos nossos nomes na areia, almoçaremos juntos...
Prometa que toda vez que as horas te forem permitidas estará em nossa casa, em nosso esconderijo.
Pois se tive medo agora só quero me entregar, apenas cuide de mim e eu cuido de ti.
Sei que os dias sem ti ter serão de escuridão... medíocres ... pobres ... Mas os dias contigo serão os mais claros e extraordinários de toda a minha vida...
Eu não escolhi este amor fui escolhida. Se este é o preço que tenho que pagar ... Eu pagarei.

Eu te amo.
Ainda q parassem todos os sons...
Ainda q eu escutasse todas as músicas.
Tu és a razão de tudo, obrigado por me abrigar em tuas mãos...



Por Karina.

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Obrigada à Karina pela carta!


quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

E se eu pedir muito ao S. Pedro?

Hoje passei o dia a receber mensagens e telefonemas e fotografias dos meus amigos atulhadinhos de neve. Só para vocês: odeio-vos. Eu queria era neve aqui, não era nos quintos do caraças onde vocês se encontram, sim? Obrigados.

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

A lista de prendinhas de Natal que eu queria muito mas que sei que ninguém [nunca, never, ever] me vai dar.

Um carrinho com um laço. Não importa a marca do carro, importa que tenha o laço.
Uma máquina assim, fofinha, para tirar fotos também elas fofinhas.

Um aumento ao meu armário com muitos vestidos giros. Pode ser a colecção da Asos (quase) toda.



E era um menino/homem giro, fofinho, com barba de três dias e essas coisas para me cantar esta musiquinha ao ouvido. =)





E posso ainda acrescentar à lista um trabalho e uma viagem ou várias [talvez a Londres, Nova Iorque, Roma/Milão/Veneza, Amesterdão, Brasil ou Cabo Verde - era o meu sonho para lua-de-mel mas como não arranjo noivo vou alone ou com as amiguinhas]. E não venham dizer que sou exigente porque já nem peço príncipes e essas coisas que, by the way - pasmem-se - não existem. E é isto, minha gente.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Tree House.

I've been climbing rocks and stones
been collecting broken bones
I've been swimming across the lakes
just to find this perfect place
I got lost into the woods
I've been covered up in mud
I've been going through a lot
just to find this perfect spot


I have built a treehouse
I have built a treehouse
Nobody can see us
it's a you and me house

Treehouse, I'm from Barcelona



[E para ouvir e gritar e ficar com o astral lá em cima é aqui.]

domingo, 13 de dezembro de 2009

Para a Buny.

Eu sei que nem um milhão de desculpas compensa o facto de não ter estado contigo. Mas tu sabes o quanto eu queria estar a partilhar este momento, não sabes? E eu devia tanto estar aí, contigo, com o Bruninho e a Martinha e os teus amigos todos, a comer sushi e coisas estranhas de olhos em bico, a ver-te brilhar e abraçar-te e dar-te beijos e ver esse teu sorriso fantástico. Devia ter estado contigo a beber caipirinhas e vodkas de morango e a saltitar de bar em bar e cantar os parabéns à meia-noite e dizer-te segredinhos e coisas giras. E que fique bem claro que só não estive aí porque o mundo conspirou contra nós. Mas na próxima, já sabes, eu luto contra o mundo para estar contigo. Juro.


Parabéns, minha Bunyzinha.


Amo-te, sim?

sábado, 12 de dezembro de 2009

Melhor prenda de Natal?

Um email, a dizer SIM, lá para segunda ou terça.


[Rezem por mim. Façam macumbas, fumeiros e coisas assim. Isto precisa de dar certo.]

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

mas um dia tudo muda.





What hurts more than losing you
is knowing you´re not fighting to keep me.





quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

O que é um supositório?

Zapping. TVI. E era esta a pergunta que estavam a fazer a meia dúzia de crianças! “É um comprimido mas em vez de se tomar pela boca é pelo rabo!”. Ou pelo rabinho, diziam outros. Ou “é um comprimido que se põe no rabo dos bebes e depois é para fazer cocó”. Ou "é um medicamento" para os mais intelectuais. Ou os muitos “não sei” que, a meu ver, sabiam mas não queriam dizer. Foi lindo!
E depois deste momento cutxi-cutxi começou o Emanuel a cantar e eu mudei de canal.
Ai que homem irritante, credo!

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Carta XXV

Escrevo-te uma última vez. Eu sei que não me lês e eu nunca te mostrei um único texto meu para ti. Tenho-os todos guardados numa caixa de cartão cor-de-rosa, perdidos entre cartas de amigos, cartas de amor, fotografias e frases que vou pescando nos livros que leio e nas viagens que faço. Nunca me leste porque nunca te dei a ler-me. Tu não ias perceber as minhas palavras como eu não percebia os teus actos. Eu nunca consegui escrever e explicar exactamente o que sentia e tu fazias sempre o que querias sem explicar.
Sabes? Nunca desejei que me esquecesses. Ninguém gosta de ser esquecido, de ser deixado para trás mas hoje sou outra pessoa por isso, percebo mais coisas. Eu só sabia o que era um desgosto de amor pelas novelas, pelos livros, pelas histórias que me contavam entre lágrimas e que eu, muitas vezes, partilhava contigo. Mas as palavras dos outros não doem em nós e foi preciso tu ires embora para eu perceber o que nas histórias se escrevia. A dor, o vazio, a ausência, o rasgo no peito.
Mas hoje escrevo-te porque estou feliz. Hoje sei que nada acontece por acaso e tu não aconteceste por acaso. Eu aprendi muito contigo. Mas aprendi mais sem ti. E hoje sei que podes estar em qualquer lado do mundo que não me incomodas. Sei que podes estar ao meu lado ou na China que o meu coração tem o mesmo ritmo cardíaco. Que podemos estar na mesma sala que o meu pescoço não se vai virar para te procurar. Que podemos estar na mesma direcção e os meus olhos não vão encontrar os teus.
Hoje estás no sítio onde deves estar. Num lugar distante, esquecido, tão longe que o caminho de volta demoraria uma eternidade que eu não tenho. Eu não vou voltar atrás nunca mais na minha vida. Como também não te volto a escrever nunca mais na minha vida. Hoje tenho a certeza que os nossos corpos vão voltar a cruzar-se mas nunca os nossos corações.


Por Lua Escondida.




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Porque já era horinha de participar no meu próprio espaço!
E continuem a enviar cartas que eu vou continuar a postá-las! Mais aqui.

domingo, 6 de dezembro de 2009

Depois deste post podem chamar-me o que quiserem...

...mas será que sou a única pessoa do mundo a achar este miúdo [siiim, não passa de um miúdo, eu sei - e acrescento que tem idade para ser meu irmão mais novo!] um miminho, assim tipo fofinho-fofinho? E o narizinho dele tão querido, tão riquinho! Ai... Ele não é mais ou menos giro, não, a miúda devia estar ceguinha!
E eu quero um cobertor destes só para mim! Pode ser agora no Natal, sim?



Vi o filme, sim. E gostei, sim. Agora chamem-me pré-adolescente que eu não me importo!

sábado, 5 de dezembro de 2009

O estranho caso dos gajos a jogarem futebol.

É muito giro, mesmo, ir ver um jogo de meninos a um sábado de manhã. Aquilo é só testosterona a sair pelos poros todos! É todos os palavrões existentes no mundo e arredores. Chamam meretriz à bola, à mãe da bola, às balizas porque são pequenas e não entram golos, às mães dos adversários, enfim, todos os elementos daquele pavilhão são chamados de nomes diferentes - e nada bonitos, diga-se! Ás vezes não entendo como eles podem ser tão amiguinhos fora de campo e serem tão brutos e mal-educados quando correm atrás de uma bola! E eu que gosto muito de jogar e de ver não percebo nada porque quando jogo é para me divertir, só e apenas. Deve ser isso, esse nervosismo todo que os leva a morrer cedo! Por isso, meus queridos, sejam mais simpáticos uns com os outros. Vocês nem sequer a feijões jogam, nem são jogadores profissionais, nem têm olheiros de outros clubes para fazer um contrato milionário, nem ganham balúrdios de dinheiro só porque sim. Vocês juntam-se para dar uns chutos na bola porque é giro e não há mais nada que se faça ao sábado de manhã. Por isso, não importa se ganham 10-0 ou perdem 8-4 ou empatam 6-6. É igual, ganham o mesmo e perdem as mesmas calorias! Podem ir mais tristes ou contentes para casa mas é a vidinha. Vamos ser um bocadinho mais simpáticos e dar menos gritinhos e dizer menos palavrões de cada vez que falham um golo, sim? Obrigados.


Mas o mais giro foi o meu Pedrinho e o meu Dioguinho a dedicarem-me golos. São uns queridos quando querem. =')

Se disser baixinho e muitas vezes é capaz de resultar.

Sai da minha cabeça. Sai da minha cabeça. Sai da minha cabeça. Sai da minha cabeça. Sai da minha cabeça. Sai da minha cabeça. Sai da minha cabeça. Sai da minha cabeça. Sai da minha cabeça. Sai da minha cabeça. Sai da minha cabeça. Sai da minha cabeça. Sai da minha cabeça. Sai da minha cabeça. Sai da minha cabeça. Sai da minha cabeça. Sai da minha cabeça. Sai da minha cabeça. Sai da minha cabeça. Sai da minha cabeça. Sai da minha cabeça. Sai da minha cabeça. Sai da minha cabeça. Sai da minha cabeça. Sai da minha cabeça. Sai da minha cabeça. Sai da minha cabeça. Sai da minha cabeça. Sai do meu coração. Por favor.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Não gosto muito de coisas dessas tipo rabinho de bebé.

Ouvi um dia deste na rádio que 70% das mulheres gostam de homens barbeados. Ora claro está que foi uma marca qualquer de giletes ou máquinas de barbear que fez este estudo, a meu ver um bocado duvidoso! E óbvio que eu faço parte dos 30% das mulheres que prefere a barbinha de três dias. Ai é tão mas tão sexy!

E também gosto muito da barba dos meus amigos que são tão queridos e fofinhos que à frase "ohhh, não cortem a vossa barba de três dias" eles respondem sempre "oh Lua, achas que isto é de três dias? Isto é para aí de três semanas". E, por isto, reformulo o poste: prefiro a barba de três dias ou a barba de três semanas dos meus amigos [que, em centímetros, é basicamente a mesma coisa:)].

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

E aqui...

...já é Natal!



[E a foto não diz lá muito com o resto das cores do blogue mas é tão linda, tão linda que tinha de pôr. Além disso, foi a minha mana mais nova que a tirou e a miúda está lá longe, na terra onde se come tudo com tomate e massa (coitado do estômago dela!) e ainda falta uma semana para cá chegar e então podemos considerar isto uma espécie de homenagem - pelo jeito para a foto e pelas saudades!]

Carta XXIV

Dias como este trazem-me sempre a tua voz. Não sei se é o cinzento do céu que apela à saudade, ou se é o frio que me traz o conforto dos teus braços, mas em dias como este sufocas-me sempre um pouco com a tua ausência. O problema, o eterno problema, é que eu não me esqueço. Os nossos planos continuam tão presentes em mim. Eu não me esqueço que já faltava pouco para escolhermos uma casa, para a mobilarmos num estilo moderno e vivermos juntos. Não me esqueço que íamos fazer jantares com amigos todos os fins-de-semana. Não me esqueço que íamos ter pelo menos dois filhos, um rapaz e uma rapariga, mas só daqui a alguns anos, e não me esqueço dos nomes que tínhamos escolhido para eles. Não me esqueço que as nossas próximas férias iam ser a Cancun ou a Punta Cana. Não me esqueço que não chegámos a conhecer a Zambujeira, nem chegámos a voltar ao Gerês. Não me esqueço de como íamos continuar a ser o exemplo do casal perfeito, de como toda a gente dizia que ficávamos bem juntos. Também não me esqueço que agora não sei de ti, estás tão ausente que não sei dos teus dias, das tuas noites, da tua presença noutros corações. E não me esqueço que faz hoje dois meses que chorámos a despedida, num abraço interminável, que trocámos o último beijo salgado pelas lágrimas. E eu nunca mais te beijei - não me esqueço. E mesmo agora, que posso dar-me a outras mãos, eu não me esqueço das tuas. Eu não me esqueço de ti... nem de como (ainda) te sinto em mim.

Por
Katie.



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Obrigada, mais uma vez, à Katie.
Ainda espero as vossas cartas (não) sentidas. =)

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

No Nemo.

Dory: Olho para ti...e lembro-me. Olho para ti... e não quero deixar de sentir isto.



[Nada a acrescentar. =')]

domingo, 29 de novembro de 2009

Que nome dar a este filme?

(Eu sei que é grande, chato mas tinha de ser.)


Sexta à tarde e decidimos (já estava decidido mas pronto) ir passar a noite a Vila do Conde. Meio da autoestrada e acende uma luz desconhecida no painel do carro! Eu, estudante de código, não sabia o que era, por isso, se não damos nas aulas de código não deve ser importante! Era tão pouco importante que, logo a seguir, acende a luz do óleo. Ok, luz do óleo pode ser falta de óleo, certo? Vamos a uma oficina de motociclos e o camarada lá nos arranja o óleo sem antes cobrar 10 euros por, segundo ele, dois litros, segundo eu, hummm...meio litro vá! A noite passou-se. E não vale a pena contar a noite porque teve partes muito vergonhosas que não vale a pena ninguém saber senão lá se vai a minha reputação. Não sei se é boa altura, nem se devo ou não, mas cá vai um pedido de desculpas oficial a quem se sentiu lesadao com as minhas acções/palavras!=) Sábado de manhã, decidimos então, depois de arrumarmos a casa toda, rumar a casa. Eu tinha de estar em casa à uma da tarde e à S. que fazia anos convinha chegar cedinho para ainda curtir o resto do dia! A viagem foi tranquila, engraçada e ainda gozamos com uns carros que estavam parados nas bermas, avariados. Aviso para a embarcação que lê este poste: nunca gozem com os carros que estão parados nas bermas, avariados. É que pode acontecer o vosso carro morrer precisamente na portagem, quando estão a pagar, quando estão a uns míseros quilómetros de sair da auto estrada. Pois que aconteceu, sim. E ficamos nós parados ali no meio, sem conseguir pôr o carro na berma, a levar com os carros de um lado e de outros, mesmo ao ladinho das vias verdes. E só pensavamos na fome que tinhamos, na casa de banho que não tinhamos, no reboque que não vinha, nos senhores do seguro que não telefonavam. E quando vocês acham que nada pode piorar, piora. Começa a chover torrencialmente, a trovejar, não conseguimos ver nada (e isso faz com que, certamente, ninguém nos visse) até que somos salvos por uns policias (giro e tal) que nos põem seguros na berma. Mas continua a faltar o reboque e, quando ele vem temos de tirar tudo da mala para procurarmos o gancho. E quando chega o táxi somos as pessoas mais felizes do mundo porque já passaram aquelas duas horas (que mais pareceram uma tarde inteira) de piadas parvas e de telefonemas estranhos, acompanhados de uma garrafa de coca-cola e do leite-creme que não podiamos comer porque não tinhamos colher! Fim.

sábado, 28 de novembro de 2009

Um dia vou fazer ao que sinto por ti o mesmo que tu fizeste ao que sentias por mim.



Hoje foi o dia.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

E para finalizar o assunto.

Melhor que um amo-te ou um adoro-te é um gosto de ti. Gosto de ti. Dito no momento certo ou escrito com um ponto final. Como quem não diz nada de especial e diz tudo. Assim, certeiro [no coração], simples, forte, quase a tocar o infantil. Gosto, pronto, gosto muito.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Adenda [ou ajuda] ao post anterior.

E depois de ter escrito aquilo tudo descobri que no meu telemóvel uma das mensagens modelo - aquelas mensagens que já estão escritas e que nos poupam tempo e que, bdw, ninguém usa - diz, precisamente amo-te. Resta-me com isto concluir que até os senhores dos telemóveis contribuem para banalizar a palavra.

Dos amo-tes não sentidos e em série.

Mete-me uma certa impressão aqueles casias de namorados que sempre que trocam uma mensagem põem "amo-te muito" no final. As conversas são mais ou menos assim:

Mensagem dela: Onde estás, mor[blhec também para isto]? Amo-te muito.
Mensagem dele: Estou em casa! Amo-te muito.
Mensagem dela: A fazer o quê? Amo-te muito.
Mensagem dele: A ver futebol. Amo-te muito.
Mensagem dela: E estar a dar futebol? Amo-te muito.
Mensagem dele: Sim. O SLB com o FCP [o que torna a miúda um bocadinho burra porque toda a gente sabe quando estes dois jogam!] Amo-te.
Mensagem dela: Ahh. Oh mor, porque é que não puseste o "muito" a seguir ao "amo-te"? =(
Mensagem dele: Desculpa mor. Amo-te muito muito muito muito.



(...e depois há uma discussão porque ele não a ama e blá blá blá...)


Bem, este diálogo está um bocado parvo mas é só para perceberem o que quero dizer! E isto incomoda-me e passo a explicar porquê. O "amo-te" deve ser, no meu ponto de vista, uma coisa sentida, dita num momento em que sentimos que amamos mesmo aquela pessoa. Não tem de ser o nosso namorado, pode ser um amigo, um familiar, alguém com quem temos uma relação tão forte, tão forte que achamos que só pode ser amor.
Ora, vocês acreditam que estes amo-te's todos nos fins das mensagens e nos hi5s e facebooks deste país são sentidos? Não, não são. Parece que são fabricados em série, como as peças de automóvel numa fábrica. E depois é vê-los mandar mensagens para outras pessoas e aparecer aquele apêndice! Já me aconteceu, pessoas, receber mensagens que efectivamente eram para mim mas tinham o "amo-te" final que me fazia sempre pensar como é possivel as pessoas mecanizarem uma palavra tão bonita e que devia ser dita em situações e a pessoas especiais.
Eu nunca vou ser assim (também já não tenho idade para isso, é certo!). E eu sei que não se deve dizer nunca mas: eu NUNCA vou ser assim.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Carta XXIII

Meu bem,

Sei que provavelmente não te deveria tratar assim. Terminamos, tudo acabou e já nem sequer te vejo. Dizes que não te incomodo e que ainda prezas a minha companhia mas fico na dúvida – será que isso ainda é amor ou é mera amizade? Não precisas de dizer que fui eu quem acabou, que nunca o terias feito. Não sabemos. Apenas senti que tinha de reagir. Já não aguentava mais ver a tua inércia, a forma como tu simplesmente não reagias àquilo que se passava… já não falavas daquilo que te preocupava e deixaste-me num vazio, numa angústia tal que nunca pensei ser possível de sentir.
Entreguei-me por completo a ti, tornei-te na ‘’minha prioridade’’, como tu um dia me disseste… Talvez me tenha precipitado e quiçá tenhas razão, que tinhas, nalgumas das coisas que dizias. Admito que possa ter sido prematuro terminar desta forma, mas a verdade é que nunca o quis fazer. Eu AMO-TE, com todas as minhas forças… não imaginas sequer o que sinto por ti. Não sei se dirás o mesmo de mim, se pensas que não te soube dar o valor. Porém, vejo que não me deixas chegar a ti, não vi em ti vontade e garra de lutar por mim. Se me amas (ou amas-te) como dizias que amavas, porque é que ainda não vieste atrás de mim? Porque é que quando fui ter contigo não me fizeste ver o quão errada eu estava, para que pudéssemos salvar-nos? Não pareces sentir o mesmo que sinto por ti.
Dei-te tudo o que tinha, tudo o que de melhor há em mim. Fiz tudo o que estava ao meu alcance. Lutei contra tudo e contra todos, ouvi o que não queria, defendi aquilo que sentia por ti, a ver de alguns rebaixei-me enquanto lutei por ti, perdoei coisas que dizias e não fazias só por te amar e por achar que tu valias a pena. Até podes não valer mesmo nada, aliás és uma merda, és um filho-da-mãe que não é capaz sequer de pôr o orgulho de lado por alguém que amas mas… eu não consigo deixar de pensar em ti. Estás em mim a cada minuto, tudo o que vivi contigo, o que dissemos, o que sentimos está cá dentro…
Já não aguento mais viver sem ti. Tenho saudades tuas… cada dia que passo sem ti, sem te ver, em que não falas comigo é um inferno. Não sei o que me deu para gostar assim de ti, nem te conhecia bem! Cativaste-me, conquistaste-me com esse teu ar inocente e casmurro. Rendi-me a ti e fizeste-me prisioneira. Entrego-te aqui as armas, apenas não consigo lutar mais contra algo que é tão forte, tão genuíno e tão nosso! Não fui capaz de apagar as tuas mensagens, as nossas fotos… O teu perfume, ainda o sinto. Os teus beijos e o teu calor ainda me fazem falta. Choro só de pensar que já não gostas de mim. Será que já me esqueces-te?
Estou perdida sem ti. Quero-te perto de mim como nunca quis ninguém. Nada nem ninguém preenche este vazio, este nó que há em mim.
Vem para o pé de mim. Luta por mim. Faz-me sentir viva outra vez, porque eu ainda te sinto em mim, tanto, mas tanto meu amor.
Por Arco-Íris.
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Obrigada pelo contributo. =)

domingo, 22 de novembro de 2009

Dos sonhos.

Sou só eu que acho que quando sonho muito muito muito, mas mesmo muito com uma coisa, essa coisa nunca nunca nunca mas nunca acontece?



[Mas óbvio que continuo a sonhar como se amanha o mundo fosse acabar. Sempre.]

sábado, 21 de novembro de 2009

É só porque me derreto com a voz do Chris. E também porque hoje é sábado e não tenho andado inspirada.

[Eu não gosto muito do MJ mas esta musiquinha é fofinha.]

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Coincidências.

E alguma semelhança com o título deste blogue é pura coincidência!
[Achei mesmo piada!]

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Carta XXIII

Hoje não se escrevem cartas aqui. Hoje as imagens vão dizer muito mais que as palavras. Hoje a carta é escrita com caras e lágrimas e fotografias e sorrisos. Esta é a carta de hoje.





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Obrigada Paulo por partilhares.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Espero mesmo passar no exame que já não vos aguento.

Queridos Rapazinhos-a-Roçar-o-Tunning que andam comigo na aula de código,
não é nada bonito e muito menos interessante passar uma hora a ouvir-vos dizer palermice. Ou porque os vossos amigos conduzem sem carta no carro da namorada e fazem dele um herói (é crime, sabiam?) ou porque vocês acham que um carro devia levar, pelo menos, seis pessoas porque "atrás cabem perfeitamente quatro" ou então porque quando saem da discoteca vêem as pessoas a trincar/comer/ingerir limões para esconder o álcool que ingeriram, etc, etc e blá blá blá. E digo-vos que não é mesmo nada bonito - nadinha de nada - dizerem coisas do tipo "ai, o que eu queria mesmo era uma gaja que me mudasse o óleo do carro e os fusíveis e essas coisas enquanto eu estava no sofá sentado". Não é bonito, não. Chama-se estupidez. Ai God, e eu já vos imagino tanto a ouvir musica no carro como se estivessem dentro de uma discoteca. E com os carros sem a panela a fazer aqueles barulhos mais parecidos com um avião. Cresçam, meninos, sim?
Com os melhores cumprimentos [nada de beijos, vá],
Lua.