sábado, 27 de julho de 2013

o pôr-do-sol.

- Um dia eu vi o sol pôr-se quarenta e três vezes!
E um pouco mais tarde acrescentaste:
- Quando a gente está triste demais, gosta do pôr-do-sol…
- Estavas tão triste assim no dia das quarenta e três?
Mas o principezinho não respondeu.

quinta-feira, 25 de julho de 2013

assim de uma forma radical, vou deixar de ler os resumos ou até a contracapa dos livros.

Eu já sabia a história quase toda do livro e há anos que queria lê-lo. Até já tinha vislumbrado bocadinhos do filme. Burra todos os dias. Foi preciso esperar até à página duzentos e cinco para acontecer o que eu achava que o livro abordaria desde a primeira página. Custou mas chegou. E estou a gostar tanto.

terça-feira, 16 de julho de 2013

se eu fosse escritora profissional estava na miséria.

Quando começa um mês tenho por costume abrir todos os posts do blogue desses meses, dos anos anteriores. E eu era tão inspirada, escrevia tanto sobre tudo. Já para não contar os caderninhos espalhados pela casa cheios de textos e as cartas entregues ou por entregar. Agora estou em carência de palavras. Acho que durante anos abusei delas e agora estão a vingar-se de mim. 

segunda-feira, 15 de julho de 2013

o dia do(s) príncipe(s).

Não te sei dizer em que momento é que decidi que serias meu amigo para a vida. Mas talvez tenha sido o meu momento mais lúcido e a melhor coisa que eu tenha feito nestes últimos anos. Respiro melhor quando tu estás e rio-me mais quando tu estás e sinto-me mais quentinha e segura quando tu estás. Sou mais feliz quando tu estás e eu quero ser sempre feliz. E podes ir, podes soltar as tuas asas e voar e ser feliz para outro sítio, para longe,para muito longe, mas nunca te esqueças que tens sempre alguém aqui para cuidar de ti. E como alguém um dia nos disse, que Deus te dê tanto que nunca saibas realmente tudo aquilo que tens.
Vais ser tão feliz!



Parabéns, feio. Gosto tanto de ti!


sexta-feira, 12 de julho de 2013

toda a gente vai achar um escândalo.

Hoje, pela primeira vez na vida, comi uma bola de Berlim na praia. Alguém disse:
- hummm, sabe a Algarve.
A mim soube-me a bola de berlim, ou seja, soube muuuito bem!

sexta-feira, 5 de julho de 2013

quero:

praia.

quarta-feira, 19 de junho de 2013

eu não devia andar tanto tempo fora disto.

Chego aqui e a primeira coisa que encontro é uma notificação de um comentário onde me informam como posso comprar viagra. Agradecida.
Já sabem, se precisarem, eu tenho os contactos.

domingo, 9 de junho de 2013

sobre festas cheias de sardinhas.

Não vão. A não ser que queiram tomar duas ou três vezes banho e lavar o cabelo umas mil trezentas e quarenta e sete vezes seguidas. 

domingo, 2 de junho de 2013

dia mundial da criança.

Apercebi-me que a pintura facial não é o meu forte e que moldar balões durante um dia inteiro deixa-nos sem dedos.
Ah, e lembrem-me de não ter filhos.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

anti.

Não gosto de pessoas anti-qualquer coisa. As pessoas anti são chatas, normalmente a sua ideia - por mais absurda que seja - é que é a correcta e são impertinentes e não conseguem encontrar um bocadinho de razão no que os outros dizem. As pessoas anti usam argumentos estúpidos e infundados e estapafúrdios para mostrarem o que, ás vezes, só elas acreditam. Quer-me parecer que as pessoas anti chegam a casa, rebobinam as conversas, sorriem e pensam que são as melhores do mundo e que os outros são uns burros e uns parvos por pensarem ou viveram diferente delas. Estou um bocadinho farta de pessoas anti-algumas coisas, para ser mais específica. Chateiam-me, aborrecem-me, ás vezes entristecem-me e acham-se o máximo e só pensam nelas, no bem delas, na felicidade delas. São parvas, mesquinhas, cabeças ocas. E eu gostava de ter um sentimento diferente mas, por elas, só tenho pena.

quinta-feira, 16 de maio de 2013

hoje nem fui só por causa das coisas [ou porque estive a trabalhar até mais tarde!]

A minha última aula de jump foi um autêntico treino do kamasutra.

a reter para a vida :)


terça-feira, 14 de maio de 2013

vocês não estão a perceber.

[é grande mas foi basicamente isto e isto tem de ficar gravado para memória futura]

Cheguei a Espinho e estava um vento demoníaco. Estava frio. A Lila tinha dito que era para ir para a praia. Mas sol não significa tempo de praia. A questão foi logo resolvida e fomos para uma esplanada tapadinha que fez a temperatura subir a pique no nosso corpo - tenho de ver quanto sol conseguiu o meu ombro esquerdo absorver. Como já estávamos a assar naquele sítio, lá fomos nós dar uma volta acompanhadas pelo vento forte e falar sobre ginásios e dietas e coisas afins. Para continuar esta conversa fomos encomendar francesinhas para o jantar. 
O jantar foi acompanhado pelo grande jogo da jornada. Éramos quatro portistas e uma benfiquista. Quem era a benfiquista? Eu, pois claro. Passei o jantar concentrada em acabar a francesinha, já que a Lila deve achar que eu não como em casa e pôs-me a enfardar iogurtes+pão com queijo e fiambre+batatas+outras coisas boas e, enfim, o meu estômago estava já a milímetros de rebentar mas como fica mal deixar comida no prato estava mesmo a esforçar-me. Entretanto foi o golo do Porto e aquilo mais parecia que eu estava não sei onde com quatro pessoas loucas quase a terem um fanico e eu sentada a digerir - o golo e a francesinha - até que o pai da Lila se vira para mim e diz:
- quem me dera estar no Estádio do Dragão. Queria cair agora de pára-quedas no meio do campo.
Foi o riso total. Não tanto riso como a piada da SIDA que ele tinha dito antes mas esta é demasiado mórbida para contar aqui!
Ok, a seguir seguiríamos para o Porto. A nossa intenção era dançar até às sete da manhã e tomar o pequeno-almoço na praia. O problema foi a roupa. Eu só levei duas mudas de roupa - um vestido para a noite e umas calças+t-shirt para o dia seguinte. A Lila disse logo que eu não podia ir de vestido porque estava frio e eu ia morrer congelada e tal. Toca a vestir as calças e a t-shirt mas não tinha casaco. Vesti uns cinco e foram praí uns cinco minutos de gargalhadas enquanto eu vestia e despia casacos que ora me ficavam grandes, ora eram frios, ora não ficavam bem. Entretanto lá saímos - eu com a roupa mais podre de sempre, elas todas fashions - e chegamos rapidinho ao Porto que estava quase vazio - meio mundo estava na queima e o outro meio no Dragão. Estacionamos o carro num sítio onde teríamos de ir buscá-lo ás cinco e meia da matina por causa da feira de pássaros. Foi aqui que os nossos planos de dançar até às sete começou a desmoronar.
Andamos um bocadinho pelas galerias, fomos beber uma caipi, fomos dar um beijinho à Marta e alapamos os pézinhos num bar. Estava tudo a correr muito bem até uma senhora brasileira chegar mais dois amigos e começar a fumar cigarrilhas e usar o cinzeiro que estava ao nosso lado. Eu olhei para ela porque estava a fumar cigarrilhas e eu odeio aquele cheiro. A Lila estava a olhar para ela para tentar perceber se ela era ou não um travesti. E a mulher, sentindo-se tão observada, chega à nossa beira e pergunta:
- estou incómódándo?
- não, claro que não!
Sorrimos. A Lila veio-me logo dizer que ela era travesti porque parecia um homem, a Sara veio-me perguntar se ela era lésbica porque estava sempre a olhar para nós e eu disse que não era nada disso e formulei uma novela que envolvia casamentos por conveniência e muito dinheiro. Devia estar calada porque passado um bocado estava a brasileira sentada no meu colo - NO MEU COLO:
-ólha, eu préciso dár uma pálávrinha para você! é qui meu primo é muito tjimido mas ele está muito áfim dji você.
S´s sei que fiquei com cara de parva, parada no tempo, a pensar o que é que esta gaja está a fazer sentada no meu colo? e veio a Sara logo em minha salvação a dizer que eu era comprometida. Foram os três embora e eu pensei que me devia era embebedar mas tinha comido muito: em vez de me sair o homem da minha vida sai-me o primo de uma miúda que não se sabe se é mesmo miúda, da mesma forma que em vez de ganhar o Benfica, ganhou o Porto.
Claro está que depois disto tudo ás sete da manhã já estávamos a fazer meia noite há muito tempo.


quarta-feira, 8 de maio de 2013

i love komono.

quero todos. tanto.







segunda-feira, 6 de maio de 2013

sábado à noite.

Ninguém me avisou que para sair à noite deveria ter menos dez anos, usar uma saia muito comprida ou uns calções muito curtos ou uma leggins com padrões escaganifobeticos. E também fiquei a saber que a moda masculina passa por assaltar o guarda-vestidos do irmão mais velho que casou há cinco anos, roubar-lhe o colete do fato e usá-lo por cima de uma t-shirt. Ou então sou só eu que vou aos sítios errados.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

o verão faz milagres ao amor.

Conheço uma quantidade absurda de pessoas que fazem anos em maio.

domingo, 28 de abril de 2013

bom início de semana.


terça-feira, 23 de abril de 2013

dia mundial do livro.

Lembrei-me que um dia emprestei o meu Principezinho a alguém e que esse alguém nunca mo devolveu. Não sei quem é mas deve ser uma pessoa má porque tinha uma dedicatória fofinha dos meus primos com a data de trinta e um de janeiro de mil novecentos e noventa e nove. Qualquer pessoa olha para aquilo e sabe que é meu, não percebo. Vai daí, decidi há uns tempos fazer uma colecção de Principezinhos em várias línguas. A minha irmã juntou-se e já temos em espanhol, em italiano, em inglês e em francês e estamos à espera de uma encomenda especial de Macau. Mas o meu sonho é recuperar o português. Aquele que era é só meu. 

quinta-feira, 18 de abril de 2013

às vezes nem sei como chego ao fim viva e ainda se põem com estas merdices.

Porque é que no fim de cada aula de jump toda a gente bate palmas?

quinta-feira, 11 de abril de 2013

mas ainda é abril.

Quando é que acaba dois mil e treze?