segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

o concerto do Tiago.

Afinal não me casei. Mas acho, cada vez mais, que era menina de ouvi-lo cantar durante dias e dias a fio, sem parar. Foi perfeito o raio do concerto. E o Tiago tem um sentido de humor apuradíssimo. E é tão  fofo.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

vamos matar alguém.

E hoje, como é óbvio, matamos o Cupido. É só seguir a página no facebook de uma menina que tem muito jeito para esta coisa da escrita e já está, ficamos todos juntos numa espécie de seita fofinha, para levarmos esta vida cheia de desamores e sentimentos que se repetem para a frente.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

não, não senti o sismo.

Estava a tentar acender um forno para fazer queques/cupcakes/whatever alusivos ao dia dos namorados. Logo eu que adoro este dia tão fofinho.

domingo, 10 de fevereiro de 2013

bom domingo!


sábado, 9 de fevereiro de 2013

sexta-feira e a gripe.

39.4 graus no lombo. Nada melhor que começar o Carnaval no Brasil.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

a gripe - update.

Isto, afinal, não é mesmo só e apenas uma gripe ou constipação. É todo um drama. Tenho o meu nariz completamente entupido, tenho uma dor de cabeça que nunca-nunca-nunca acaba e passo a vida com as minhas bolsas lacrimais a rebentar pelas costuras - é o frio, é o vento a passar nos olhos, são os filmes, são as séries, são as pessoa. Quase não durmo, levei dois murros nos olhos bem valentes e tenho o meu nariz em ferida. Podia ser pior? Para mim, que só estou doente de três em três anos, não, não podia ser pior.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

vou tomar banhos de sal e já volto.

Não acho que seja gripe isto que me anda a atacar todos os dias, aos bocadinhos. É um fantasma, um mal, uma alma penada. Só pode. E gosta muito de dormir.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

e não sei se quero saber.

O que é que uma mãe pensa quando a própria filha ganha o prémio de melhor actriz pornográfica?

sábado, 2 de fevereiro de 2013

hoje é sábado.

Como é que se comemoram vinte sete anos de vida?

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Bday


vinte sete e ainda sou pareço uma miúda.

sábado, 26 de janeiro de 2013

ainda falta tanto para as férias...

Hoje acordei as 7:21 e para mim era sexta e já estava super atrasada para o trabalho. Preciso tanto de descansar.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

a imagem.

só porque, um dia, quero fugir numa vespa.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

faltam exactamente três anos e uma semana para fazer trinta anos.

Hoje vi um carro igual ao meu com uma cadeira de bebé atrás. Só me ocorreu que não é necessário preocupar-me com espaço porque o meu carro pode perfeitamente ser um carro familiar.

ele não sabe mas marquei o nosso casamento.


16 de fevereiro, pela noitinha, num palco deste país.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

matamos ou não matamos o cupido?


Sms de amigos coloridos: 'Deixas-me doido. Quando te vejo outra vez?'
Sms de namorados: 'Amo-te muito, já tenho saudades tuas.'
Sms de casados: 'Descongela o frango para o jantar.'
Sms que eu recebo: 'A data limite de carregamento aproxima-se. Para continuar a fazer comunicações deve carregar no prazo máximo de 5 dias.'


:)

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

principalmente eu.

Ninguém me avisou que o blogue ainda estava muito natalício. Andamos todos distraídos ou queremos todos lá saber!

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

talvez.

Se nunca te faltou o ar por teres uma zanga à séria com uma pessoa que gostavas muito, das duas uma, ou não foi uma zanga à séria ou não gostavas muito.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

perguntaram-me e eu não consegui responder.



Se pudesses escolher um desejo, o que escolhias?



terça-feira, 15 de janeiro de 2013

coisa mais fofa!


tenho andado a pensar nisto.

As pessoas só nos fazem exactamente aquilo que nós deixamos que elas nos façam.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

não sei se posso usar a desculpa da segunda-feira.

Hoje deitei abaixo meia dúzia de copos empilhados, quase que partia dois pratos e virei uns três litros de sopa no meio do chão. Estou tão cansada.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

é este o melhor amigo que temos.



Ele diz que foi um miminho que deixou em minha casa. Eu acho que miminhos são chocolates ou beijinhos e isto foi só para gozar mais um bocadinho com as minhas mamas pequenas. Mas gostei tanto e já me ri tanto!

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

as pessoas não têm filhos por causa da crise e não têm dinheiro...

Eu não preciso de ter filhos. Tenho um carro.

domingo, 6 de janeiro de 2013

o sonho de uma vida.

Estar prestes a fazer um xixizinho e uma famosa abrir a nossa porta da casa-de-banho.

sábado, 5 de janeiro de 2013

o que eu aprendi com a Maya ontem pela manhã.

Posso ter um karma celibatário.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

que importa se é ano novo?

Importa é que estou quase a fazer vinte sete anos. VINTE SETE. God!

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Feliz 2013!


que seja um ano cheiinho de coisas boas.

domingo, 30 de dezembro de 2012

sobre 2012.

Assinei um contracto de trabalho e comprei um carro. Acho que foi um bom ano.

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

serviço público.

Porque é que nunca ninguém me disse que dava a Navegante da Lua no Panda, por volta da meia noite?

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

hoje é um dia especial


...e que seja carregadinho de amor, mimos, amigos e família que é tudo aquilo de que todos precisamos.

Feliz Natal

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

o melhor do dia - PPC.

Chegar a casa depois de um dia de caca e ter um postal de Natal de uma menina [desculpem se é um menino mas o postal não vinha assinado e eu acho que é muito gaja] que eu não faço a mínima ideia quem seja ou de onde é, nem o nome ou a idade mas que dizia coisas tão giras e fofas que me encheu logo o coração.

Obrigada. E um Feliz Natal também para ti.



quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

sobre as compras de natal para a família.

Hoje é dia dezanove e comprei um casaco liiindo para mim.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

não sei se foi orgulho mas foi uma coisa muito próxima disso.

Afinal, consegui safar-me de dançar e eles foram perfeitos sozinhos. Ninguém diria que um bando de miúdos mal-comportados aprenderia alguma coisa vinda de mim. Até ao último minuto eu pensei que eles entrariam em palco a disparatar por todos os lados, a inventar coreografias e a portarem-se mal. Mas não. São pedras duras mas de tanto bater, algum dia têm mesmo de furar.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

eu e a televisão.

Não vejo mal nenhum em acreditarmos no Pai Natal. Há pessoas que acreditam no wrestling.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

eu e as festas de Natal que não têm fim.

Muito provavelmente hei-de acabar esta época festiva a vomitar uma das músicas que mais gosto. Foi a tarde tooooda. All i want for Christmas é que mais ninguém escolha isto para dançar/cantar/representar/whatever nos próximos eventos.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

um post à sexta!

Quando o facebook se põe armado em nosso bestfriend e pergunta como estás, Sara? - é só a mim que apetece escrever, estou bem, obrigada, facebook, e tu? - mas não escrevo porque ele nunca me iria responder e porque os meus amigos iam achar que eu estou louquinha em responder a uma "pessoa" que não conheço e pior, que não existe?

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Carta LXXXV


Quando eu cheguei, os teus olhos já procuravam os meus. Encontraste-os, encontraste-me, mesmo antes de eu chegar a ti. Contigo sempre foi assim, não foi? Encontravas-me, estivesse eu onde estivesse. Resgatavas-me, contra todas as forças do mundo, de todos os mundos, como se toda a gravidade que existe, existisse apenas para me levar para ti. Buscavas-me, contra todas as forças que me faziam voar para longe de ti. Ias sempre buscar-me de volta. Olhavas-me e sabias-me, simples. Simples? Quando, depois dos encontros e reencontros infinitos em que os meus olhos já eram procurados pelos teus sem saberem, os meus olhos deixaram encontrar-se e encontraram os teus; quando os teus olhos entraram nos meus, inundaram-mos e inundaram-me, com a música que tens neles. Com a música que és tu. Quando os teus olhos entraram nos meus, inundaste-me com a tua música. Com a música que és tu. Inundaste-me de ti. Comecei, nesse segundo, a aprender a música que me inundou os olhos. A alma. O coração? Começaste, nesse segundo, a ensinar-me a música com que os teus olhos procuravam os meus, mesmo antes de os meus saberem. Começaste a ensinar-ma tanto, como se fosse essa a música compassada que o meu coração devia seguir. Como se fosse essa a música compassada que ensinava (e que permitia) o meu coração a bater. Como se fosse essa a música do meu coração. A música que és tu. Ensinaste-ma tanto. Ensinaste-ma sempre que os teus olhos procuravam, sem descanso, os meus, até lhes entrarem bem dentro, bem fundo e os prenderem aos teus. Ensinaste-ma sempre que a tua voz falava aos ouvidos do meu coração. Ensinaste-ma sempre que o teu sorriso se me tatuava na alma e na pele. Ensinaste-ma sempre que as tuas mãos me faziam estremecer e parar o coração, se me tocavam. Ensinaste-ma sempre que fundias o meu com o teu abraço. Ensinaste-ma sempre que me abraçavas o coração. Ensinaste-ma até quando começaste a levar-me pedacinhos, sempre que me entravas e saías do coração mil vezes, como se não doesse, e eu comecei a aprender que tinha que voar para longe de ti. Ensinaste-ma sempre que ias buscar-me de volta. Sempre que me resgatavas contra todas as forças do mundo, de todos os mundos, como se toda a gravidade que existe, existisse apenas para me levar para ti. Ensinaste-ma tanto. Só não me ensinaste que também ias ensinar-me que a tua música, a música que és tu, a música com que me inundaste, a música que me ensinaste tanto como se fosse essa a música do meu coração, afinal sempre foi e é uma música só tua. E, por breves instantes, dos corações em que a vais tocando. Mas não faz mal, querido coração musical, agora já nada faz mal. Eu fui uma boa aluna. Aprendi a tua música pelas pautas que me escreveste e pelas entrelinhas também. Cheguei lá. Cheguei ao lado de cá, onde me vês hoje, depois destes anos todos. Segui as forças que me faziam voar para onde tinha de voar, sem ouvir a música da gravidade. Só estou a escrever-te (apenas hoje) porque, dizem-me, há músicas que nos perseguem para sempre. A tua (já) não me persegue. A tua é a música que me (tatuou) inundou os olhos, a alma. O coração. E que depois me ensinou a voar.



há amores e amores.