sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Podemos passar o dia de hoje à fente?? Pleaaase??

Então vocês perguntam: Porque é que o teu dia correu mal; Lua?

E eu respondo: Porque estava a chover. Porque Penafiel tem muitas rotundas. Porque arrancar em segunda numa subida não é muito boa ideia. Menos boa ideia ainda é arrancar em segunda numa subida quatro vezes. Porque as passadeiras deviam ter um coração enooorme vermelho para chemar a atenção. Porque há gajas muito cabras. Porque eu sobre stress sou muito desastrada. Porque só queria fugir. Porque só queria não ter que dar mais um balúrdio de dinheiro. Porque parece que já estou acordada há três dias. Porque parece que foi tudo um sonho e eu queria muito acordar amanhã e ser tudo mentira. Porque eu queria muito muito muito saltar este dia no calendário.



Obrigada ao meu Pedrinho pela terapia do chumbo. Gosto de ti :)



[E já passou tudo, minha gente. Foi só um desabafo mas já estou recomposta!]

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Amanhã...

...acendam umas velinhas por mim, sim? Obrigados.

Este blogue não me sai da cabeça!


A Piper decidiu oferecer a este nosso blogue um selinho bastante fofinho :) E, para o merecer, toca a dizer 10 coisas que não me saiem da cabeça. Vamos lá então:

1. O dia de amanhã.
2. As asneiras que possa fazer no dia de amanhã.
3. Onde vou buscar 200 euros caso o dia de amanhã corra mal.
4. "Amanhã vai correr tudo bem!"
5. Arranjar um emprego antes que este blogue mude de nome para "diário de uma desempregada".
6. Tenho de ir à Rota com a Lila.
7. Nunca mais é dia 30.
8. Farmville. (Inserir smile envergonhado)
9. O que vou fazer para almoço?
10. Este não digo, fica só para mim! (inserir mais um smile envergonhado)




E depois deste momento deprimente - onde vocês já devem estar a pensar porque é que vim cá hoje, a miúda num diz nada de jeito - caso queiram, levem lá o selinho. Obrigada Piper :)

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Eu vinha postar qualquer coisa mas...



Agora não, que me dói a barriga.
Agora não, dizem que vai chover.
Agora não, que joga o [meu] Benfica.
E eu tenho mais que fazer. *



[Tirando a dor de barriga, o resto é tudo verdade! :)]


*Momento Perpétuo Associativo, Deolinda
.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Carta XXVIII

Meu Amor, ELES não sabem o que dizem.

Dizem por aí que a paixão acaba. Ao fim de uns meses ou de poucos anos, mas acaba. Que é uma “patologia” que nos faz perder a individualidade, o raciocínio e a razão. Que se gasta com o tempo e o conhecimento mutuo, que debilita a mente, que se traduz num vício e num sedativo. Dizem por aí os médicos, os psicologos e os demais entendidos. E eu digo que não. Digo que após 2368 dias contigo continuo a precisar infinitamente de ti, a perder a razão por ti, a sentir saudades imensas, a desejar-te cada vez mais, a sentir o coração apertadinho de felicidade, a ter borboletas na barriga, a perder-me em nós.

No seu “Elogio ao Amor”, o MEC diz que “já ninguém aceita amar sem uma razão”, ama “porque dá jeito”, “porque faz sentido”... E eu digo que não é verdade. Que nós somos tão diferentes um do outro que por vezes, seria bem mais “fácil” afastar-nos. Que é difícil crescer juntos, que é difícil ceder ao outro, que é difícil fazer escolhas mas nós fizemos. Gritamos. Choramos. Passamo-nos muitas vezes. Desiludimo-nos. Perdemos. Discutimos. Cantamos. Mas... Lutamos. Rimo-nos desalmadamente. Vimos coisas novas. Amamos. Experimentamos. Ganhamos.

Dizem por aí que a paixão acaba para depois dá lugar ao amor ou... a nada. Parece que é um sim ou sopas. Paixão ou Amor. Loucura ou Serenidade. E eu digo que não. Porque tu és a minha insanidade e a minha calma, o meu medo e a minha constante, o meu oposto e o meu similiar, o meu amante e o meu melhor amigo. E eu conheço-te bem, os teus defeitozinhos todos, às vezes sei até o que pensas, sei o que gostas e o que fazes por gostar, o que é fácil e o que é difícil, o que te tira a carapaça que insistis em usar, o que devo desenhar no Pictonary para seres só tu a adivinhar, como fazer para te convencer, e mesmo assim, tu consegues superar-te e surpreender-me todos os dias. Não com ramos de rosas ou jantares à luz das velas, mas com pequeninos gestos que me derretem ou me fazem sorrir. Muito. E é por isso que continuo apaixonada, porque te re-inventas e te mostras sempre mais um bocadinho. E porque me conheces, o pacote completo, cheio de qualidades e defeitos. E porque me amas, me fazes sentir única, especial, fantástica. E és tão perfeitinho para mim que quase enjoa. Que quase ameaça passar. Mas não passa e não vai passar. Porque nós não seguimos padrões, nós não somos um cliché. Damos luta, a um, a outro e aos outros.

Por isso, meu amor, eles não têm razão. Não têm e não podem. Não há padrões, não há definições que se encaixem. Somos nós que definimos as nossas regras, o nosso amor, a nossa paixão. Somos só nós.



Por Vera


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Eu sei que devia ter postado no dia 8, dia em que o namorada da Vera fazia anos, mas pronto, vai atrasada mas não falha!
Obrigada Vera!

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Recordar é viver, sempre ouvi dizer!

E depois há aqueles dias que abrimos as caixinhas que temos espalhadas pelo quarto [que tenho urgentemente que diminui-las em número] e nos recordamos de todos os momentos da nossa vida. Cartas que nunca mandei, cartas que me escreveram quando fui para Barcelona, quando já la estava, quando acabei o curso, quando não havia mais nada para fazer, quando fiz anos, quando queriam dizer o quanto gostavam da minha pessoa e mais fotos e mais copos de shot, de caipirinhas e setas e bases de copos e guardanapos para lembrar as férias em Caminha, em Ansião, em Barcelona, para lembrar jantares de curso, queimas, festas. E mais bilhetes de cinema, desenhos nossos e dos miúdos dos estágios, palavras, muitas palavras e sentimentos bonitos, muitos "gosto de ti", muitos sorrisos, muitos sítios e conversas, muitas piadas e histórias sem fim. E está ali parte da minha vida e parece que foi tudo ontem e isso é tão bom. E assim descobrimos como, onde, com quem e porque [fomos] somos tão felizes.

domingo, 10 de janeiro de 2010

Porque estou muito in love por esta música...



...e porque quero muito ir ver A Bela e o Paparazzo.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Totalmente copiado das frases Nicola...mas apeteceu-me!*

Um dia escrevo uma música. Um dia roubo um beijo. Um dia volto para Barcelona. Um dia vou abraçar até deixar de sentir os braços. Um dia desapareço durante um mês. Um dia vou chorar por ti. Um dia entro num videoclip. Um dia aprendo a jogar poker. Um dia vou vestir o 34. Um dia esqueço tudo e luto por alguém. Um dia vou ser mãe. Um dia queimo os rastos do teu perfume. Um dia vou ser fotógrafa e viajar pelo mundo. Um dia faço uma festa inesquecível. Um dia vou trabalhar para África. Um dia faço os 212 quilómetros que te prometi. Um dia transformo o ano todo em Verão. Um dia digo a toda a gente que vou casar. Um dia vou morar sozinha. Um dia faço uma festa gigante com todos os meus amigos. Um dia ponho uma foto minha no blogue. Um dia vou encontrá-lo. Um dia deixo de falar sozinha. Um dia vou ter um jardim no telhado. Um dia viveremos na mesma cidade. Um dia vou à lua. Um dia ligo ás pessoas com quem não falo há mais de três anos. Um dia volto para a faculdade. Um dia pinto as unhas de azul. Um dia compro uma vespa. Um dia canto uma música da Ágata num karaoke. Um dia dou-te a mão e nunca mais a largo. Um dia mudo de número e não digo a ninguém. Um dia grito "I´m the Queen of the World" da montanha mais alta que encontrar. Um dia vou dar um beijo à Spiderman. Um dia o mundo será a minha casa. Um dia compro as pulseiras todas de uma loja. Um dia vai ser para todo o sempre.


*E ainda está muito incompleto.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Carta XXVII

A melhor pessoa que já conheci no mundo. Um carinho, uma generosidade, uma alegria como nunca ninguém viu. Ninguém excepto eu. Fui a pessoa mais sortuda e mais azarada no mundo. Sortuda por a conhecer e azarado por a perder.

Essa pessoa era o meu avô.

Não havia pessoa mais generosa, nunca o vi fazer um acto egoísta. Sempre nos deu o que podia e o que não podia dar. Lembro-me de estar com ele e com um primo meu (eu tinha cerca de 9 anos), tinhamos acabado de dar as voltas habituais e estávamos em casa a raspar as raspadinhas que o meu avô costumava comprar, quando de repente, eu disse: “Avô, ganhámos!!!” . E não é que tinhamos mesmo ganho? Mas o importante aqui não é o facto de termos ganho, é o uso que o meu avô deu ao dinheiro. Pegou no prémio e dividiu em dois. Metade, dividiu pelos filhos e pelos netos, não tirando nada para ele. A outra metade, usou para nos levar a todos a jantar fora. Tal era a generosidade, que ainda acabou por gastar do seu próprio dinheiro para pagar o jantar todo.
Esta é só uma das muitas vivências com o meu avô que marcaram a minha vida.

Sempre abriu as portas da sua casa a todos, recebeu-nos a todos várias vezes para jantar, tinha sempre jogos para brincarmos, oferecia-nos livros, contava-nos piadas, dava-nos doces, pagava-me 200 escudos à hora para lhe arrancar as ervas do jardim, deixava-nos fazer guerras de almofadas e levava –nos a passear. Toda a minha vida sempre me tratou de forma impecável.

Contudo, não escrevi esta carta para falar do quanto eu gostava do meu avô, mas sim o quanto ainda gosto.

Foi no dia 7 de fevereiro de 2007 que faleceu e foi enterrado dois dias depois, no dia do seu aniversário. Eu faço anos a dia 10 e sempre festejamos os nossos aniversários juntos. 2007 foi o primeiro ano em que não passamos os aniversários juntos. Foi também o ano em que passamos o primeiro natal sem ti, todos sentimos a tua ausência e o natal deixou de ter para nós o significado que tinha.

Nunca mais te visitei desde o dia em que te enterrámos, penso várias vezes em fazê-lo. Nas alturas em que estou mais fragilizado sinto sempre uma vontade enorme de ir ter contigo, por seres uma pessoa sábia e acima de tudo por teres um grande coração. Gostava de um dia conseguir ser metade da pessoa que foste. Creio que ainda não te visitei, por não te querer visitar pelos motivos errados. Sou infeliz e tenho passado por fazes complicadas. Não quero que me vejas assim, não quero que sofras. Quero que me vejas feliz e que te sintas orgulhoso de mim. Quero apresentar-te a minha mulher, os meus filhos e a minha vida recheada de alegrias. Gostava de conseguir espalhar um pouco da alegria e felicidade que tu espalhavas.

Ainda te sinto em mim, vais estar sempre no meu coração. Isto não é um adeus, é um até já. Espero visitar-te umas vezes e um dia quando o meu corpo já estiver cansado, partir para junto de ti.
Por Luis.
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Obrigada ao Luis, mais uma vez, pela carta.
E não me canso de agradecer a todos os que mandam cartas. Ainda tenho umas tantas para repsonder!
Publicarei todas, mesmo que demore, porque eu as vezes ando um bocado a dormir!=)

Procura-se resposta urgente para pergunta parva.

O que é que nós fazemos quando não sabemos muito bem o que havemos de fazer?


[Vida cansativa esta.]

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Insónias.

Ás vezes, quando não consigo dormir, apetece-me mandar uma mensagem para a minha lista de contactos a dizer "Estás acordada/o?" para ver se alguém fala comigo até vir o sono outra vez. Mas depois acho sempre que está toda a gente a dormir e que só vão ler a mensagem de manhã e vão logo pensar que eu não bato muito bem na cabeça. E então não mando.

domingo, 3 de janeiro de 2010

Nem sei como agradecer!

E mesmo quando andamos um bocadinho mais distantes do blogue, sem grande coisa para escrever, sem ideias, sem tempo para cá vir, sem postar cartas [esta semana recomeço porque já tenho imensas - não me canso de agradecer a todos vocês por terem aderido em massa ao desafio], sem comentar os outros blogues apesar de, sempre que posso, estar lá a -los um bocadinho escondida [:)]. Mesmo depois de estar um bocadinho ausente, eis que chego aqui e vejo que o blogue escrito pela minha pessoa [não é meu, é nosso!] entrou para a lista do top 2009 de blogues da Inês e Mafalda. Obrigada, a sério.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

E cá estamos.

E 2010 já cá canta. Dizem que foi uma festa linda de se ver e eu concordo. Foi em grande. E eu gostava de escrever um discurso assim muito bonito a dizer que este ano vai ser diferente, que aprendi com o passado e blá blá blá mas acho que não é discurso para ser proferido por uma pessoa como eu! E pronto, é mais ou menos isto que tenho para o primeiro poste do ano.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Porque hoje tinha de ser: Adeus 2009.

Este ano que passou foi bom mas espero, muito sinceramente, que o próximo seja ainda melhor! Este foi o ano de tudo. Vivi meio ano em Barcelona, trabalhei na minha área, conheci pessoas fantásticas de países que nunca pensei conhecer, tive O Verão da minha vida, amei pessoas - muitas, desiludi-me com pessoas, esqueci [ou não mas tentei], voltei a amar e confiar. Tive os meus amigos sempre perto (mesmo quando estava lá no meio dos árabes e no meio das Ramblas), falhei muitas festas, muitos cafés, muitas histórias, muitos sorrisos por estar longe mas aprendi que não é a distância que separa as pessoas. E este ano espero mais. Espero mais de mim, dos outros, da vida em geral. Não posso pedir muito porque sou feliz - sim, sou muito feliz - e pedir muito é uma forma de nunca estarmos satisfeitos com o que temos. Mas um trabalho, o homem da minha vida, dinheiro, saúde, amigos e muito amor são coisas que iriam ser muito benvindas. :)



...e façam de 2010 o ano das vossas vidas. Saiam mais, bebam mais, tomem mais cafés com os amigos, estoirem o dinheiro em roupas e merdas que num servem para nada, ofereçam flores, dêm muitos beijos, namorem muito, casem, façam uma viagem, passem muitas noites sem dormir. Façam o que quiserem mas, acima de tudo, vivam.*



Que 2010 seja O ano, sim?
E sejam todos muito felizes. Sempre.

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

E eu disse que só comia um por dia mas ás vezes não consigo resistir.

Os chocolates de Natal nunca são chocolates de Natal. São borbulhas por todo o lado e de todos os feitios. E digo-vos, minha gente, que já ninguém olha para os meus lindos olhos ou para o meu nariz ou para os meus lábios ou para o meu cabelo quando fala comigo. O olhar das pessoas, de TODAS as pessoas, vai automaticamente parar à borbulha gigante que tenho no meio da testa. Não há condições sequer para ter uma vida social neste momento crítico da minha vida. [E já está cheiinha de pasta de dentes - dizem que faz bem e eu acredito nas pessoas.]


Base?

Desabafo.

E depois há aqueles dias em que só queria estar longe, a quilómetros de distâncias de casa, a morar sozinha ou com amigos ou com desconhecidos, onde não precisaria de dar justificações a ninguém. Isto é muito cansativo e às vezes parece que dou em doida! Trabalho, por favor, aparece rápido. E longe.

domingo, 27 de dezembro de 2009

Claro que há excepções.

(...) eu acho que transportando o homem e a mulher para a vida animal, a mulher tem um cérebro de elefante enquanto os homens ficam-se por um cérebro – não quero ser muito má mas cá vai – de passarinho. Eu dou-vos um tempo para digerirem a informação… já está? Agora visualizem lá um pássaro à beira de um elefante. Visualizaram? Pois aí está a grande diferença. A mulher tem um cérebro grande onde cabe toda a sua vida mais a vida das vizinhas, a vida das amigas, a vida das conhecidas, a vida das amigas das amigas e das conhecidas das amigas e das conhecidas das conhecidas e afins. Assim, quando um homem decide sair da sua vida, ela, a mulher, por ter um cérebro enoorme, guarda durante muito tempo as lembranças dos tempos que já lá vão, dos tempos das flores, dos jantares, da praia ao final da tarde, das juras de amor eterno e do cliché “nunca conheci ninguém como tu”. E é isto, este voltar constante ao passado, ao que foi bom, ao que podia ter sido se, que faz com que as mulheres levem tempos infinitos a esquecer aquele que, em tempos, foi o homem da sua vida. E enquanto elas sonham com o que eles foram, eles mal se lembram do que elas eram. Enquanto a mulher ainda vive nas lembranças do amor passado, eles já passaram muitos amores à frente. E talvez venha daí a pouca dificuldade dos homens em esquecer (-nos).

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Tardes de Natal.

Estivemos a jogar Monopólio a tarde toda. Descobri que sou péssima a gerir casas e hotéis e essas coisas [não sei como a quinta do facebook ainda sobrevive] ou então os dados não são grandes amigos. Sabem a frase "azar no jogo, sorte no amor"? Esqueçam, não se adequa à minha pessoa nem numa vírgula. Ah, e também fico muito parva quando não tenho notas de 100 euros para fazer o troco. Pronto, era só isto. E o facto de ter comido muito pão-de-ló daquele delicioso que só de olhar engorda. Mas shiuuu.



[E podem dizer que já ninguém joga Monopólio porque, lá no fundo, é bem verdade!]

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

É hoje:



Feliz Natal.




Sejam felizes, sim?

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

E ontem...

...houve amigos, cheiro a Natal, (muita, imeeensa) chuva, Rota, chá, gargalhadas, Porto, Luis Represas ("e é amar-te assim perdidamente, é seres alma e sangue e vida em mim" lalalalala) e muitas muitas outras coisas. E depois houve isto:



O melhor do mundo!

domingo, 20 de dezembro de 2009

Eu vou a Marte.



Completamente viciada. Perfeita, perfeita.

[E é escusado dizer que QUERO MUITO que Ele - seja lá quem Ele for - me cante isto ao ouvido.]

sábado, 19 de dezembro de 2009

Noites de sexta.

E depois no meio do barulho da música e das luzes e dos gajos vestidos todos iguais [já agora, camisa branca e colete] e das miúdas semi-nuas que deviam estar era na caminha ou a brincar com bonecas, eis que tenho uma revelação qualquer e penso [e digo também em voz alta]: e se mudasse o nome do meu blogue para Já (não) amo você???




*Brincadeirinha. Este que está é muito mais fofinho e querido e tudo e tudo.
[Já repararam que ando a usar muitas vezes a palavra fofinho? Gosto, pronto]

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Devia era ter-me atirado para cima dela e implorar que me adoptasse.*

No outro dia na Worten - passo a publicidade apesar de ninguém me pagar para isto - estava uma mulherzinha a embrulhar duas máquinas fotográficas daquelas todas XPTO, lindas de morrer, maravilhosas, que tiram fotos giras e fofinhas - basicamente, a minha máquina de sonho, aquela que pedi há uns postes atrás. Segundo ela, eram para os netinhos. E resumindo muito bem resumida esta questão: há alguém que vai ser muito feliz nesta Natal e esse alguém não vou ser eu.**




* OK! Exagerei um bocadinho.
**Não, meus amores, não estpu deprimida nem nada, não se preocupem.
Eu sou gaja de ser feliz (só) com uns chocolatinhos milka!

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Carta XXVI

Mon ange,
Razão de meus pensamentos... Razão de meu pesar... Razão de meu contentamento...
Um traço de felicidade ou um risco de lamento ..
O desejo que não se pode fingir, ou esconder, ou fugir...
A vontade do vício de me embreagar em ti...
Tu podes ser a chuva fria e fina de inverno ou o sol quente e seco de verão...
Tu habitas a linha tênue entre a raiva e o profundo amor.
E um único dia me pode me arremessar ao céu ou ao inferno com uma única palavra...
Dono deste oceano de sentimentos...
Nunca haverão de faltar-me as palavras diante de tanto querer... Estou a brincar com as letras sque deslizam suaves como folhas secas no outono por entre meus dedos.
Desenho um mundo tão nosso apenas eu e tu, meu doce e eterno Cadu...
Eu, vc e nosso castelo... e todo amor que houver em nossas entrelaçadas vidas.
Estou desisto de tentar me esconder, sim me felicita a paixão que vem ao meu encontro por entre tortuosas estradas. Ah, ela acena e sorri pra mim... Então decido por sorrir para ela de volta.
Apenas quero que tu troques comigo essas juras que me cumpra tais promessas.
Prometa, mon amour, que teremos um por de Sol e teremos uma Lua cheia juntos...
Prometa que irá dedicar-te à nutrir nosso amor em suas raízes, que irá cuidar de suas folhagens e que por seus galhos não passarão nem pragas nem podas, para que possamos ve-lo crescer em seus arbustos e orvalhadas flores...
Prometa que teus olhos estarão sempre a procurar pelos meus para achar a felicidade...
Prometa que tuas mãos firmes ou tremulas hão de procurar meu corpo , hão de se perder nele e encontrar seus próprios caminhos...
Prometa que as juras de amor as mais intensas, as mais insanas, as mais verdadeiras, as mais tórridas serão minhas toda minhas...
Prometa que o sexo em sua plenitude, em suas variedades, perversidades em torrentes de alegrias será modelado em argila e barro por nós dois.
Prometa que embora às vezes preso em seu compromisso seu coração em liberdade estará à voar comigo....
Prometa que teremos os prazeres simples como conversas sem sentido, um filme com pipocas, dividiremos um sorvete, passearemos em uma praia escreveremos nossos nomes na areia, almoçaremos juntos...
Prometa que toda vez que as horas te forem permitidas estará em nossa casa, em nosso esconderijo.
Pois se tive medo agora só quero me entregar, apenas cuide de mim e eu cuido de ti.
Sei que os dias sem ti ter serão de escuridão... medíocres ... pobres ... Mas os dias contigo serão os mais claros e extraordinários de toda a minha vida...
Eu não escolhi este amor fui escolhida. Se este é o preço que tenho que pagar ... Eu pagarei.

Eu te amo.
Ainda q parassem todos os sons...
Ainda q eu escutasse todas as músicas.
Tu és a razão de tudo, obrigado por me abrigar em tuas mãos...



Por Karina.

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Obrigada à Karina pela carta!


quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

E se eu pedir muito ao S. Pedro?

Hoje passei o dia a receber mensagens e telefonemas e fotografias dos meus amigos atulhadinhos de neve. Só para vocês: odeio-vos. Eu queria era neve aqui, não era nos quintos do caraças onde vocês se encontram, sim? Obrigados.

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

A lista de prendinhas de Natal que eu queria muito mas que sei que ninguém [nunca, never, ever] me vai dar.

Um carrinho com um laço. Não importa a marca do carro, importa que tenha o laço.
Uma máquina assim, fofinha, para tirar fotos também elas fofinhas.

Um aumento ao meu armário com muitos vestidos giros. Pode ser a colecção da Asos (quase) toda.



E era um menino/homem giro, fofinho, com barba de três dias e essas coisas para me cantar esta musiquinha ao ouvido. =)





E posso ainda acrescentar à lista um trabalho e uma viagem ou várias [talvez a Londres, Nova Iorque, Roma/Milão/Veneza, Amesterdão, Brasil ou Cabo Verde - era o meu sonho para lua-de-mel mas como não arranjo noivo vou alone ou com as amiguinhas]. E não venham dizer que sou exigente porque já nem peço príncipes e essas coisas que, by the way - pasmem-se - não existem. E é isto, minha gente.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Tree House.

I've been climbing rocks and stones
been collecting broken bones
I've been swimming across the lakes
just to find this perfect place
I got lost into the woods
I've been covered up in mud
I've been going through a lot
just to find this perfect spot


I have built a treehouse
I have built a treehouse
Nobody can see us
it's a you and me house

Treehouse, I'm from Barcelona



[E para ouvir e gritar e ficar com o astral lá em cima é aqui.]

domingo, 13 de dezembro de 2009

Para a Buny.

Eu sei que nem um milhão de desculpas compensa o facto de não ter estado contigo. Mas tu sabes o quanto eu queria estar a partilhar este momento, não sabes? E eu devia tanto estar aí, contigo, com o Bruninho e a Martinha e os teus amigos todos, a comer sushi e coisas estranhas de olhos em bico, a ver-te brilhar e abraçar-te e dar-te beijos e ver esse teu sorriso fantástico. Devia ter estado contigo a beber caipirinhas e vodkas de morango e a saltitar de bar em bar e cantar os parabéns à meia-noite e dizer-te segredinhos e coisas giras. E que fique bem claro que só não estive aí porque o mundo conspirou contra nós. Mas na próxima, já sabes, eu luto contra o mundo para estar contigo. Juro.


Parabéns, minha Bunyzinha.


Amo-te, sim?

sábado, 12 de dezembro de 2009

Melhor prenda de Natal?

Um email, a dizer SIM, lá para segunda ou terça.


[Rezem por mim. Façam macumbas, fumeiros e coisas assim. Isto precisa de dar certo.]

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

mas um dia tudo muda.





What hurts more than losing you
is knowing you´re not fighting to keep me.





quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

O que é um supositório?

Zapping. TVI. E era esta a pergunta que estavam a fazer a meia dúzia de crianças! “É um comprimido mas em vez de se tomar pela boca é pelo rabo!”. Ou pelo rabinho, diziam outros. Ou “é um comprimido que se põe no rabo dos bebes e depois é para fazer cocó”. Ou "é um medicamento" para os mais intelectuais. Ou os muitos “não sei” que, a meu ver, sabiam mas não queriam dizer. Foi lindo!
E depois deste momento cutxi-cutxi começou o Emanuel a cantar e eu mudei de canal.
Ai que homem irritante, credo!

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Carta XXV

Escrevo-te uma última vez. Eu sei que não me lês e eu nunca te mostrei um único texto meu para ti. Tenho-os todos guardados numa caixa de cartão cor-de-rosa, perdidos entre cartas de amigos, cartas de amor, fotografias e frases que vou pescando nos livros que leio e nas viagens que faço. Nunca me leste porque nunca te dei a ler-me. Tu não ias perceber as minhas palavras como eu não percebia os teus actos. Eu nunca consegui escrever e explicar exactamente o que sentia e tu fazias sempre o que querias sem explicar.
Sabes? Nunca desejei que me esquecesses. Ninguém gosta de ser esquecido, de ser deixado para trás mas hoje sou outra pessoa por isso, percebo mais coisas. Eu só sabia o que era um desgosto de amor pelas novelas, pelos livros, pelas histórias que me contavam entre lágrimas e que eu, muitas vezes, partilhava contigo. Mas as palavras dos outros não doem em nós e foi preciso tu ires embora para eu perceber o que nas histórias se escrevia. A dor, o vazio, a ausência, o rasgo no peito.
Mas hoje escrevo-te porque estou feliz. Hoje sei que nada acontece por acaso e tu não aconteceste por acaso. Eu aprendi muito contigo. Mas aprendi mais sem ti. E hoje sei que podes estar em qualquer lado do mundo que não me incomodas. Sei que podes estar ao meu lado ou na China que o meu coração tem o mesmo ritmo cardíaco. Que podemos estar na mesma sala que o meu pescoço não se vai virar para te procurar. Que podemos estar na mesma direcção e os meus olhos não vão encontrar os teus.
Hoje estás no sítio onde deves estar. Num lugar distante, esquecido, tão longe que o caminho de volta demoraria uma eternidade que eu não tenho. Eu não vou voltar atrás nunca mais na minha vida. Como também não te volto a escrever nunca mais na minha vida. Hoje tenho a certeza que os nossos corpos vão voltar a cruzar-se mas nunca os nossos corações.


Por Lua Escondida.




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Porque já era horinha de participar no meu próprio espaço!
E continuem a enviar cartas que eu vou continuar a postá-las! Mais aqui.

domingo, 6 de dezembro de 2009

Depois deste post podem chamar-me o que quiserem...

...mas será que sou a única pessoa do mundo a achar este miúdo [siiim, não passa de um miúdo, eu sei - e acrescento que tem idade para ser meu irmão mais novo!] um miminho, assim tipo fofinho-fofinho? E o narizinho dele tão querido, tão riquinho! Ai... Ele não é mais ou menos giro, não, a miúda devia estar ceguinha!
E eu quero um cobertor destes só para mim! Pode ser agora no Natal, sim?



Vi o filme, sim. E gostei, sim. Agora chamem-me pré-adolescente que eu não me importo!

sábado, 5 de dezembro de 2009

O estranho caso dos gajos a jogarem futebol.

É muito giro, mesmo, ir ver um jogo de meninos a um sábado de manhã. Aquilo é só testosterona a sair pelos poros todos! É todos os palavrões existentes no mundo e arredores. Chamam meretriz à bola, à mãe da bola, às balizas porque são pequenas e não entram golos, às mães dos adversários, enfim, todos os elementos daquele pavilhão são chamados de nomes diferentes - e nada bonitos, diga-se! Ás vezes não entendo como eles podem ser tão amiguinhos fora de campo e serem tão brutos e mal-educados quando correm atrás de uma bola! E eu que gosto muito de jogar e de ver não percebo nada porque quando jogo é para me divertir, só e apenas. Deve ser isso, esse nervosismo todo que os leva a morrer cedo! Por isso, meus queridos, sejam mais simpáticos uns com os outros. Vocês nem sequer a feijões jogam, nem são jogadores profissionais, nem têm olheiros de outros clubes para fazer um contrato milionário, nem ganham balúrdios de dinheiro só porque sim. Vocês juntam-se para dar uns chutos na bola porque é giro e não há mais nada que se faça ao sábado de manhã. Por isso, não importa se ganham 10-0 ou perdem 8-4 ou empatam 6-6. É igual, ganham o mesmo e perdem as mesmas calorias! Podem ir mais tristes ou contentes para casa mas é a vidinha. Vamos ser um bocadinho mais simpáticos e dar menos gritinhos e dizer menos palavrões de cada vez que falham um golo, sim? Obrigados.


Mas o mais giro foi o meu Pedrinho e o meu Dioguinho a dedicarem-me golos. São uns queridos quando querem. =')

Se disser baixinho e muitas vezes é capaz de resultar.

Sai da minha cabeça. Sai da minha cabeça. Sai da minha cabeça. Sai da minha cabeça. Sai da minha cabeça. Sai da minha cabeça. Sai da minha cabeça. Sai da minha cabeça. Sai da minha cabeça. Sai da minha cabeça. Sai da minha cabeça. Sai da minha cabeça. Sai da minha cabeça. Sai da minha cabeça. Sai da minha cabeça. Sai da minha cabeça. Sai da minha cabeça. Sai da minha cabeça. Sai da minha cabeça. Sai da minha cabeça. Sai da minha cabeça. Sai da minha cabeça. Sai da minha cabeça. Sai da minha cabeça. Sai da minha cabeça. Sai da minha cabeça. Sai da minha cabeça. Sai da minha cabeça. Sai do meu coração. Por favor.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Não gosto muito de coisas dessas tipo rabinho de bebé.

Ouvi um dia deste na rádio que 70% das mulheres gostam de homens barbeados. Ora claro está que foi uma marca qualquer de giletes ou máquinas de barbear que fez este estudo, a meu ver um bocado duvidoso! E óbvio que eu faço parte dos 30% das mulheres que prefere a barbinha de três dias. Ai é tão mas tão sexy!

E também gosto muito da barba dos meus amigos que são tão queridos e fofinhos que à frase "ohhh, não cortem a vossa barba de três dias" eles respondem sempre "oh Lua, achas que isto é de três dias? Isto é para aí de três semanas". E, por isto, reformulo o poste: prefiro a barba de três dias ou a barba de três semanas dos meus amigos [que, em centímetros, é basicamente a mesma coisa:)].

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

E aqui...

...já é Natal!



[E a foto não diz lá muito com o resto das cores do blogue mas é tão linda, tão linda que tinha de pôr. Além disso, foi a minha mana mais nova que a tirou e a miúda está lá longe, na terra onde se come tudo com tomate e massa (coitado do estômago dela!) e ainda falta uma semana para cá chegar e então podemos considerar isto uma espécie de homenagem - pelo jeito para a foto e pelas saudades!]

Carta XXIV

Dias como este trazem-me sempre a tua voz. Não sei se é o cinzento do céu que apela à saudade, ou se é o frio que me traz o conforto dos teus braços, mas em dias como este sufocas-me sempre um pouco com a tua ausência. O problema, o eterno problema, é que eu não me esqueço. Os nossos planos continuam tão presentes em mim. Eu não me esqueço que já faltava pouco para escolhermos uma casa, para a mobilarmos num estilo moderno e vivermos juntos. Não me esqueço que íamos fazer jantares com amigos todos os fins-de-semana. Não me esqueço que íamos ter pelo menos dois filhos, um rapaz e uma rapariga, mas só daqui a alguns anos, e não me esqueço dos nomes que tínhamos escolhido para eles. Não me esqueço que as nossas próximas férias iam ser a Cancun ou a Punta Cana. Não me esqueço que não chegámos a conhecer a Zambujeira, nem chegámos a voltar ao Gerês. Não me esqueço de como íamos continuar a ser o exemplo do casal perfeito, de como toda a gente dizia que ficávamos bem juntos. Também não me esqueço que agora não sei de ti, estás tão ausente que não sei dos teus dias, das tuas noites, da tua presença noutros corações. E não me esqueço que faz hoje dois meses que chorámos a despedida, num abraço interminável, que trocámos o último beijo salgado pelas lágrimas. E eu nunca mais te beijei - não me esqueço. E mesmo agora, que posso dar-me a outras mãos, eu não me esqueço das tuas. Eu não me esqueço de ti... nem de como (ainda) te sinto em mim.

Por
Katie.



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Obrigada, mais uma vez, à Katie.
Ainda espero as vossas cartas (não) sentidas. =)

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

No Nemo.

Dory: Olho para ti...e lembro-me. Olho para ti... e não quero deixar de sentir isto.



[Nada a acrescentar. =')]